Acusado de atropelar e matar adolescente na Fernandes Lima será julgado nesta terça

Publicado em 21/09/2026, às 08h56
Estudante estava atravessando a faixa de pedestres quando foi atingido por um carro - (Foto: Micaelle Morais/G1)
Estudante estava atravessando a faixa de pedestres quando foi atingido por um carro - (Foto: Micaelle Morais/G1)

Por Ascom TJ

José Wellington Pacheco será julgado por atropelar Fabrycio Jorge Cavalcante de Melo em 2014, resultando na morte da vítima após ser lançado a seis metros da faixa de pedestre. O julgamento ocorrerá na 9ª Vara Criminal da Capital sob a condução do juiz Lucas Tavares Takada.

No dia do acidente, Pacheco ultrapassou um sinal vermelho e dirigia em alta velocidade, além de ter invadido a faixa azul destinada a ônibus. Testemunhas afirmam que ele não prestou socorro à vítima, que agonizou antes de falecer.

Durante o depoimento, o réu admitiu a culpa, alegando que não parou para ajudar a vítima devido ao desespero após o atropelamento. O caso levanta questões sobre a responsabilidade dos motoristas em situações de acidente e a necessidade de medidas mais rigorosas para garantir a segurança nas vias.

Resumo gerado por IA

O réu José Wellington Pacheco será julgado nesta terça-feira (22), por atropelar violentamente Fabrycio Jorge Cavalcante de Melo, que veio à óbito após ser arremessado a cerca de seis metros da faixa de pedestre que atravessava, há 12 anos. O julgamento está previsto para começar às 8h e será conduzido pelo juiz substituto Lucas Tavares Takada, da 9ª Vara Criminal da Capital. 

O caso

No dia 27 de outubro de 2014, por volta das 18h, na Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, o réu José Wellington Pacheco conduzia seu carro quando ultrapassou o sinal vermelho e atropelou violentamente Fabrycio Jorge Cavalcante de Melo, que atravessava na faixa de pedestre.

De acordo com os autos, o denunciado dirigia acima da velocidade permitida na via e, momentos antes do impacto, passou para a faixa azul, que é exclusiva para ônibus e para conversões à direita. Segundo uma testemunha, o réu não prestou socorro e a vítima teria agonizado no chão antes de vir à óbito.

Em depoimento, o réu confessou a autoria e alegou que entrou na faixa azul com o objetivo de ir a um supermercado próximo, e que não teria parado pois o sinal estava amarelo. Ele confirmou ter atropelado Fabrycio na faixa de pedestre, alegando ter entrado em desespero depois do ocorrido, motivo pelo qual não parou o carro para prestar socorro à vítima.

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