Um adolescente de 17 anos, Arthur Martiniano dos Santos Filho, foi assassinado com nove tiros em Rio Largo, Alagoas, e os criminosos fugiram em uma caminhonete, permanecendo foragidos.
A Polícia Militar encontrou o corpo da vítima em uma posição que sugere execução, e durante a busca na residência dele, foram apreendidos 20 papelotes de maconha e um rádio comunicador, levantando suspeitas de envolvimento com o tráfico.
O corpo foi enviado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos necessários, enquanto as autoridades pedem que qualquer informação sobre o crime seja reportada através do Disque Denúncia, garantindo anonimato ao denunciante.
O adolescente de 17 anos identificado como Arthur Martiniano dos Santos Filho foi executado com nove tiros no município de Rio Largo, na região metropolitana de Maceió, nessa quinta-feira (27). Os autores do homicídio fugiram em uma caminhonete e continuam foragidos.
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Segundo a Polícia Militar, uma equipe do 8º Batalhão encontrou Arthur no chão, na posição com a barriga para baixo. Ele estava vestido com bermuda azul e camisa amarela.
Testemunhas contaram que os criminosos desceram armados da caminhonete, atiraram e depois escaparam com o veículo.
PMs estiveram na casa da vítima e localizaram 20 papelotes de maconha, além de um rádio comunicador, no quarto dela, o que levanta a suspeita do envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Porém, não há registro de apreensão de Arthur realizada pela polícia.
O material ilícito recolhido pelo 8º Batalhão foi levado à delegacia, onde houve a formalização da apreensão.
Sinais de execução
A perícia do Instituto de Criminalística analisou que o corpo da vítima e verificou que ela foi atingida por nove disparos, sendo cinco na cabeça e três nas costas.
O corpo foi recolhido e encaminhado à sede do Instituto Médico Legal, para os procedimentos cabíveis, antes da liberação para familiares para sepultamento.
Quem tiver informações sobre o crime pode fornecê-las às autoridades por meio do Disque Denúncia, de número 181. A ligação não gera custos e o denunciante tem a identidade preservada.
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