Ex-parceiro, que morou com Agostina Páez por três anos, alega na Justiça que ela levou o carro dele após o fim do relacionamento
Agostina Páez, uma advogada argentina, enfrenta uma nova acusação de roubo por parte de seu ex-namorado, Javier Zanoni, que alega que ela levou seu carro após o término do relacionamento. Este caso surge após sua recente liberação no Brasil, onde foi retida por três meses devido a um incidente de racismo.
Zanoni, que não havia inicialmente exigido a devolução do veículo, agora busca reaver o Citroën Cactus, enquanto a advogada nega as acusações, afirmando que o carro foi um presente de sua família. A situação é complicada pelo fato de que o veículo está registrado em nome de Zanoni.
Após pagar uma fiança de R$ 97 mil, Agostina retornou à Argentina, onde agora enfrentará um processo judicial em La Banda. Sua defesa sugere que a ação de Zanoni pode ser motivada por despeito após o término do relacionamento.
A advogada argentina, de 29 anos, que ficou retida no Rio por três meses após episódio de racismo, está sendo acusada de roubo por um ex-namorado.
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Javier Zanoni, um dentista de 32 anos, denunciou Agostina Páez, com quem ele morou por três anos, de ter levado o seu carro — um Citroën Cactus — após o fim do relacionamento, conforme noticiou o jornal "Clarín" nesta quarta-feira (15/4).
A denúncia contra Agostina é mais um capítulo de confusões envolvendo a advogada.
No mesmo dia em que a argentina chegou a Buenos Aires, o seu pai, Mariano, que a havia acompanhado no voo de volta, envolveu-se em outro escândalo: ele foi filmado numa boate em Santiago del Estero fazendo o mesmo gesto de macaco que sua filha fizera no Brasil.
Após pagar fiança de R$ 97 mil, argentina acusada de injúria racial teve tornozeleira retirada no Rio. A decisão abriu caminho para o retorno da jovem ao seu país de origem. Ao chegar, porém, Agostina terá que enfrentar um pricesso judicial novamente.
A denúncia foi apresentada em tribunal de La Banda, a segunda maior cidade da província de Santiago del Estero.
Inicialmente, Javier não teria reclamado para que Agostina devolvesse o veículo. Mas, agora, ele decidiu reaver o automóvel.
"Enviamos uma carta formal solicitando a devolução voluntária do veículo, mas não houve resposta", declarou a advogada do dentista, Elizabeth Maldonado. "Ele foi paciente devido à situação dela, mas já havia solicitado educadamente a devolução", acrescentou ela.
Agostina nega o roubo e afirma que o Citröen foi um presente da sua família.
"O cara ficou muito chateado porque Agostina decidiu terminar o relacionamento, que até recentemente parecia destinado ao casamento. Ele pediu para ela voltar várias vezes, e Agos disse não. Acho que, talvez por despeito e por causa daqueles advogados sanguessugas, ele acabou processando-a por essa besteira", disse uma fonte próxima ao ex-casal ao "Clarín".
Entretanto, apesar de ser um "presente" de Mariano, o carro foi registrado no nome de Javier.
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