Advogada e filho de 6 anos são encontrados mortos em SP e polícia pede prisão de ex de vítima

Publicado em 04/11/2026, às 09h09
Reprodução/Rede Social
Reprodução/Rede Social

Por Bárbara Sá/Folhapress

Uma advogada de 29 anos e seu filho de seis anos foram encontrados mortos em Cotia, Grande São Paulo, com sinais de asfixia, levando a Polícia Civil a solicitar a prisão do ex-companheiro da mulher, que está foragido.

O suspeito, Eric Conrado Alves de Almeida, confessou o crime em uma ligação para um escritório de advocacia, indicando o local dos corpos, e a família da vítima havia registrado seu desaparecimento horas antes.

As polícias Civil e Militar estão em busca do suspeito, enquanto a investigação também examina a possibilidade de que a advogada tenha sido mantida em cárcere privado antes do assassinato, caracterizando o caso como feminicídio e vicaricídio.

Resumo gerado por IA

Uma advogada de 29 anos e seu filho, de seis anos, foram encontrados mortos no apartamento em que moravam em Cotia, na Grande São Paulo, na noite de terça-feira (3). A Polícia Civil pediu a prisão do ex-companheiro dela, suspeito dos crimes. Ele está foragido.

De acordo com o boletim de ocorrência, o empresário Eric Conrado Alves de Almeida ligou para um escritório de advocacia de Campinas, no interior paulista, e confessou ter matado a ex-companheira e a criança. Durante a ligação, indicou o endereço onde estavam os corpos.

Uma advogada do escritório procurou a Delegacia de Polícia de Cotia por volta das 19h para comunicar o relato.

Policiais foram ao apartamento e encontraram os corpos de Ana Gabriela Faria Lima e o filho dela, Rafael Faria Lima Ferrari, com sinais de asfixia. Agentes apuraram no local que Almeida teria saído do prédio em um veículo na noite desta terça.

Equipes das polícias Civil e Militar fazem buscas para localizá-lo, segundo a Secretaria da Segurança Pública).

A reportagem tenta identificar a defesa dele.

A investigação também apura se Ana Gabriela era mantida em cárcere privado antes de ser morta, pois a família dela havia feito um registro de desaparecimento às 18h40 de terça no 2º DP de Cotia (Granja Viana).

O caso foi registrado como feminicídio e vicaricídio, quando o filho é morto para causar sofrimento à mãe.

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