No segundo trimestre de 2026, a taxa de desocupação em Alagoas foi de 7,9%, representando uma queda em relação ao trimestre anterior, mas estável em comparação ao mesmo período do ano passado, com cerca de 105 mil pessoas sem emprego no estado.
A taxa de subutilização da força de trabalho em Alagoas caiu para 23,4%, embora o estado mantenha a terceira maior taxa do Brasil, com aproximadamente 348 mil pessoas afetadas por subemprego e desocupação.
O rendimento médio real habitual em Alagoas foi de R$ 2.578, sem variações significativas, enquanto cerca de 353 mil trabalhadores tinham carteira assinada e 528 mil estavam na informalidade, com o nível de ocupação geral em 47,5%.
O IBGE divulgou nesta sexta-feira (14) o resultado da PNAD Contínua referente aos meses de abril, maio e junho de 2026. Em Alagoas, a taxa de desocupação no 2° trimestre deste ano ficou em 7,9%. O percentual representa cerca de 105 mil pessoas desocupadas no estado.
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Em relação ao 1º trimestre de 2026 (9,2%), houve queda de 1,3 ponto percentual. Na comparação com o 2º trimestre de 2025 (7,5%), o resultado foi considerado estatisticamente estável.
A taxa de desocupação do Brasil no 2º trimestre de 2026 foi de 5,4%. Entre as unidades da federação, as maiores taxas foram verificadas no Amapá, com 9,8%, e na Bahia, com 9,1%. As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%).
Subutilização da força de trabalho
A taxa composta de subutilização da força de trabalho em Alagoas ficou em 23,4% no 2º trimestre de 2026, abaixo dos 26,1% registrados no trimestre anterior. O indicador reúne desocupados, subocupados por insuficiência de horas trabalhadas e pessoas na força de trabalho potencial.
Esse contingente passou de 390 mil para cerca de 348 mil pessoas no estado. Alagoas segue com a terceira maior taxa de subutilização do país, atrás apenas do Piauí (26,6%) e da Bahia (24,0%).
Carteira assinada e trabalho informal
O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos das pessoas ocupadas em Alagoas foi de R$ 2.578 no 2º trimestre de 2026, sem variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2025.
Entre os trabalhadores ocupados em Alagoas, cerca de 353 mil atuavam com carteira assinada no setor privado. A pesquisa estimou ainda que aproximadamente 528 mil trabalhadores estavam na informalidade.
O nível geral de ocupação no estado foi de 47,5%, sem variação estatisticamente significativa em relação ao 1° trimestre de 2026 e também em relação ao último 2º trimestre do ano passado.
Entre os grupamentos de atividade, o aumento do número de ocupados foi observado apenas em alojamento e alimentação. Nos demais segmentos, como agricultura e pecuária, indústria, construção e transporte, não houve variações estatisticamente significativas.
Mais sobre a pesquisa
A PNAD Contínua é a principal pesquisa do IBGE sobre mercado de trabalho. A cada trimestre, entrevistadores do Instituto visitam milhares de domicílios em todos os estados do país para acompanhar informações sobre ocupação, desocupação, rendimento e informalidade.
É possível confirmar a identidade do entrevistador no site respondendo.ibge.gov.br ou pela Central de Atendimento 0800 721 8181.
Mais dados sobre esta pesquisa podem ser consultados na Agência de Notícias do IBGE.
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