Contextualizando

Ano novo, velhos problemas

Em 5 de Janeiro de 2026 às 08:45

Entramos num novo ano em Maceió, mas temos de continuar convivendo com antigos problemas relacionados à mobilidade urbana.

Na orla marítima, nosso principal atrativo de lazer e entrentenimento, tais problemas vão das calçadas - onde os transeuntes precisam compartilhar o espaço que deveria ser somente seu com bicicletas, skates e patins - à ciclovia, em que condutores de bicicletas correm riscos de atropelamento por motos com as quais dividem a pista.

Nas Avenidas Antônio Gouveia, na Pajuçara, e Álvaro Otacílio, na Jatiúca, os empecilhos são vans, ônibus e veículos particulares que insistem em fazer fila dupla defronte aos hotéis, problema que também ocorre na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, em Cruz das Almas - sempre de forma impune, por falta de fiscalização.

No Estado como um todo, os problemas se ampliam na faixa de areia das praias, pela circulação circulação frequente de motos, bugres e quadriciclos disputando espaço com quem vai à orla simplesmente para tomar sol ou se banhar no mar.

Acrescente-se, no Litoral Norte, o drama de quem não tem o privilégio de utilizar helicóptero e precisa usar a rodovia AL-101 tendo de enfrentar o trânsito infernal, por conta da abundância de quebra-molas e da falta de duplicação - a obra se arrasta há cerca de seis anos e até agora dos 42 quilômetros previstos existem apenas cinco concluídos.

No rol de prejudicados estão nativos e turistas, com o pior: nenhuma providência prevista por parte das autoridades ditas competentes, questão que se agrava com a alta temporda de verão.

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