A Anvisa autorizou a venda e uso de lava-louças e desinfetantes da Ypê fabricados entre 1º de novembro e 31 de dezembro de 2025, após análise de laudos de laboratórios independentes, enquanto os lotes terminados em 1 e fabricados até 31 de outubro de 2025 permanecem suspensos.
A Ypê confirmou a liberação e destacou que já apresentou documentos que validam produtos fabricados em maio e junho de 2025, que ainda aguardam aprovação formal da Anvisa.
A Anvisa lembrou que produtos fabricados a partir de 1º de janeiro de 2026 já estavam liberados, e a empresa tem implementado melhorias na fábrica após a identificação de irregularidades sanitárias e contaminação por Pseudomonas aeruginosa em lotes anteriores.
A Anvisa liberou a venda, a distribuição e o uso de lava-louças e desinfetantes da Ypê fabricados entre 1º de novembro e 31 de dezembro de 2025.
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A decisão, formalizada nesta sexta-feira (16) no DOU (Diário Oficial da União), está baseada em laudos apresentados pela empresa e emitidos por laboratórios independentes. Seguem suspensos os lotes terminados em 1e fabricados até 31 de outubro de 2025.
Em nota, a Ypê confirmou a liberação do uso dos produtos. A companhia afirmou que a decisão está em linha com o plano apresentado à Anvisa. A liberação dos lotes, diz o texto, ocorre conforme apresentação dos laudos.
A Ypê disse ainda que já apresentou documentos validando os resultados dos produtos fabricados em maio e junho de 2025. Esses lotes, porém, dependem de liberação formal da agência.
A Anvisa, também em nota, relembrou que os produtos fabricados a partir de 1º de janeiro de 2026 já haviam sido liberados. O anúncio foi feito em junho.
QUAIS PRODUTOS ESTÃO LIBERADOS?
O caso começou em novembro de 2025, quando a agência determinou o recolhimento de lotes de lava-roupas líquidos da Ypê após identificar irregularidades sanitárias. Em abril deste ano, a restrição foi ampliada para produtos de limpeza líquidos, como detergentes e desinfetantes produzidos na unidade de Amparo, em São Paulo.
Segundo a Anvisa, inspeções realizadas na fábrica identificaram falhas estruturais e operacionais e lotes contaminados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa. Desde então, a empresa vem apresentando laudos laboratoriais e implementando mudanças em seu parque fabril para obter a liberação gradual dos produtos.
Para saber se o produto é seguro, o consumidor deve verificar o número do lote e a data de fabricação na embalagem. Se o código do detergente ou desinfetante terminar em 1 e tiver sido produzido até 31 de outubro, o item entra na determinação da Anvisa e não deve ser utilizado.
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