Artista usou as redes sociais para contar detalhes sobre o ocorrido
Minnie Driver, atriz indicada ao Oscar, sofreu um acidente de carro na França, resultando em uma torção no pescoço, mas sobreviveu graças à segurança do veículo em que estava. Ela compartilhou sua experiência nas redes sociais, enfatizando que o acidente não foi culpa dela.
A atriz destacou que os airbags do carro foram acionados e que a estrutura do veículo impediu danos mais graves, permitindo que ela e seus acompanhantes escapassem com vida. Driver expressou sua gratidão por estar viva e pela assistência recebida após o acidente.
Ela agradeceu ao motorista de uma van que parou para ajudar antes da chegada das ambulâncias e refletiu sobre a experiência traumática, mencionando a importância de processar o ocorrido. A atriz continua lidando com o impacto emocional do acidente, reconhecendo que o choro faz parte do processo de recuperação.
Minnie Driver, artista indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por "Gênio indomável", em 1998, usou as redes sociais para revelar aos seus seguidores que sofreu um acidente de carro. O episódio ocorreu durante sua passagem pela França. No vídeo, atriz da série "Emily em Paris", da Netflix, aparece deitada com o pescoço imobilizado.
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"Para deixar bem claro, não foi culpa nossa", disse ela, num vídeo. "Estávamos dirigindo em uma estrada de terra no interior da França e um carro não parou em um cruzamento e estava em alta velocidade. Estou com uma torção no pescoço e em choque, chorando o tempo todo, mas vou me curar. A razão de eu não estar morta é o carro que estávamos dirigindo".
A norte-americana explicou que os airbags do carro foram acionados e o modelo do veículo em que estava garantiu que a carroceria não fosse "dobrada como uma sanfona e nos esmagasse".
"Preciso celebrar o carro que nos salvou. Porque temos famílias e pessoas que nos amam. E eu estou tão grata por estar viva", disse no vídeo.
A legenda do post trazia, logo de caro, um agradecimento a quem prestou socorro.
"Um agradecimento especial ao motorista da van que parou e nos ajudou antes da chegada das ambulâncias. Uma menção especial também ao carro que diminuiu a velocidade, viu a cena e foi embora sem parar. Acho que esse é o Dao do mundo, a luz e a escuridão", escreveu. "Meu cérebro continua revivendo o acidente, o que é muito difícil, mas parece ser uma parte necessária do processo de assimilação. Chorar também faz bem e ajuda."
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