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Aumenta em Alagoas adesão contra redução da jornada de trabalho

Em 6 de Março de 2026 às 07:00

Mais quatro entidades da economia alagoana aderiram ao manifesto de outras oito entidades do setor produtivo do Estado contrárias às propostas, em tramitação no Congresso Nacional, visando a redução da jornada semanal de trabalho.

O movimento passou a contar com o apoio da Associação dos Supermercados de Alagoas (ASA), Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Alagoas (Abrasel-AL) e Maceió Convention & Visitors Bureau. 

O manifesto é subscrito por organizações empresariais que defendem, acima de tudo, que haja um debate conduzido de forma equilibrada sobre a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e o fim da escala 6×1, levando em conta a situação da economia brasileira e os impactos sobre o mercado de trabalho.

O Brasil ocupa a 91ª posição no ranking de produtividade por hora trabalhada, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho e a estudos que a redução da jornada pode elevar significativamente os custos das empresas.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) prevê que isso pode gerar impacto de até R$ 267,2 bilhões por ano nas folhas de pagamento das empresas - em Alagoas, a estimativa é de aumento de custos entre R$ 1,29 bilhão e R$ 1,93 bilhão.

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