'Bumbum perfeito': médico detalha tratamento estético nos glúteos de Virginia

Publicado em 17/10/2026, às 10h13
Montagem TNH1
Montagem TNH1

Por UOL

Virginia Fonseca, influenciadora digital, iniciou um tratamento estético nos glúteos visando o 'bumbum perfeito', que combina preenchimento com ácido hialurônico e bioestimuladores de colágeno, conforme orientação do médico Roberto Chacur.

Aos 27 anos, ela busca melhorar o volume, contorno e firmeza da pele, com um plano que considera a proporção do corpo e as características individuais para alcançar resultados personalizados.

Os efeitos do preenchimento são imediatos, mas a absorção ocorre gradualmente, enquanto os bioestimuladores oferecem resultados ao longo de meses, exigindo acompanhamento contínuo para avaliar a necessidade de novas intervenções.

Resumo gerado por IA

Virginia Fonseca faz um tratamento estético nos glúteos em busca do "bumbum perfeito" que combina preenchimento e estímulo de colágeno, de acordo com relato do médico Roberto Chacur, responsável pelos procedimentos.

O que aconteceu

Aos 27 anos, a influenciadora iniciou um acompanhamento antes do Carnaval para tratar volume, contorno, firmeza da pele e celulite. O plano inclui ácido hialurônico para dar volume e ajustar o desenho da região, além de bioestimuladores de colágeno para melhorar a firmeza e a qualidade da pele.

Em entrevista à Quem, Chacur disse que a avaliação considera mais do que a quantidade de produto aplicada. "Avaliamos projeção, firmeza, assimetrias, depressões laterais e diferenças de volume", afirmou o médico.

O especialista também leva em conta a proporção do corpo para definir o resultado esperado. Ele observa a relação entre glúteos, quadril, cintura e coxas, além de musculatura, distribuição de gordura e condição da pele, e diz que repetir a mesma dose usada em outra pessoa não garante o mesmo efeito.

Os procedimentos têm prazos diferentes para aparecer e para evoluir. O preenchimento muda o contorno logo após a aplicação, mas "é absorvido gradualmente pelo organismo", explicou Chacur.

Já os bioestimuladores atuam de forma mais lenta, com resposta ao longo de meses. Por isso, o acompanhamento ao longo do tempo ajuda a definir se há necessidade de novas intervenções.

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