Carol Portaluppi, influenciadora e filha do ex-jogador Renato Gaúcho, se manifestou nas redes sociais após receber comentários sobre sua orientação sexual, destacando a invasão de privacidade que isso representa. Ela expressou seu descontentamento com a forma como as pessoas se sentem à vontade para fazer suposições sobre sua vida pessoal.
A influenciadora enfatizou que a normalização de comentários invasivos pode causar danos emocionais, tanto a ela quanto a outras pessoas. Carol ressaltou a importância de ter um filtro nas interações online, alertando sobre as consequências de palavras impensadas.
Em sua mensagem, Carol também reconheceu o apoio positivo que recebe de seus seguidores, afirmando que a maioria deles compartilha uma energia semelhante à sua. Ela finalizou desejando coisas boas a todos, reforçando a necessidade de respeito e empatia nas redes sociais.
Carol Portaluppi, de 32 anos de idade, desabafou em vídeos nos Stories do Instagram após ser questionada sobre sua orientação sexual. Tudo começou quando um seguidor da influenciadora, que é filha do ex-jogador e técnico de futebol Renato 'Gaúcho' Portaluppi, de 64 anos, escreveu: "acho que você gosta da mesma fruta do seu pai".
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"Todo dia muitas pessoas se sentem confortáveis pra tirar conclusões e suposições sobre a minha vida pessoal dessa forma e outras piores ainda. Tão 'interessante' ver que a minha sexualidade desperta o interesse de tantas pessoas. Se você expõe sua vida, julgam. Se não expõe exatamente para não tornar esse assunto público, as pessoas se sentem no direito de te invadir dessa forma. Triste", escreveu ela ao compartilhar o print.
"Gente, já passou do meu horário de dormir, mas eu acho muito importante falar sobre coisas desse tipo que eu coloquei aí no outro post. Por quê? A gente não pode normalizar as pessoas invadirem a nossa privacidade dessa forma. Seja você quem for, você não tem que chegar no Instagram de uma pessoa e escrever tudo que vem na sua cabeça. Você tem que ter um filtro, entende? Muitas pessoas pensam e falam, ou então pensam e digitam, e elas não pensam nas consequências, entende?", começou Carol.
"Eu trabalho em fonoterapia e esses julgamentos a minha vida inteira sobre tudo me fazem muito mal a mim, assim como faz mal a muitas outras pessoas também que sofrem. Então, então, é o seguinte: eu odeio ter que vir aqui, expor minha vida, expor assuntos íntimos que só dizem respeito a uma pessoa. Mas eu acho necessário, porque eu tenho a esperança de uma próxima vez a pessoa ficar com vergonha, botar a mão na consciência, começar a trabalhar as suas próprias questões na terapia para não ter que descontar em outras pela internet", completou a influencer.
"Então, eu acho que pode ajudar de vez em quando mostrar algumas coisas, sabe? Porque é muita coisa, gente, que tem aqui no meu Instagram que tem que ter uma cabeça muito boa. Mas é isso, tá? Desejo tudo de bom para todo mundo. Beijo", ainda disse ela.
"Só uma coisa para não ficar mal explicado, eu falei que tem muita coisa ruim aqui no meu Instagram, tem, mas sempre que tenho oportunidade dou graças a Deus, de verdade, 90% das pessoas que estão aqui são pessoas com a mesma energia que eu. São pessoas que levam a vida, acredito que da mesma forma que eu, assim, vivendo, sendo feliz, não fazendo mal a ninguém. E eu vejo que isso é muito raro hoje em dia no Instagram, né? No Instagram e em qualquer outra rede social, é muito difícil, então, eu me sinto muito sortuda por ter pessoas como vocês comigo, porque realmente eh é difícil hoje em dia e se só tivessem coisas ruins, nessa maioria fosse ruim, acho que eu já tinha até apagado isso daqui. Então, obrigada por tudo. É isso", finalizou.
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