Acusado de ser operador para ações pouco republicanas do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, Luiz Phillipi Mourão, apelidado de "Sicário", morreu na sexta-feira, 6 de março.
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Ao ser preso pela Polícia Federal ele ficou na carceragem da instituição, em Belo Horizonte, e dias depois surgiu a notícia de que ele havia se suicidado, sem que se explicasse de que forma teria ocorrido.Foi dito a seguir de que ele havia sobrevivido, até que na semana passada se anunciou a sua morte.
Do alegado suicídio de "Sicário" não se tem uma foto, uma imagem, uma evidência que seja.
Como a chamada Grande Imprensa parece ter assuntos mais relevantes a investigar, apesar das agora notórias e espúrias ligações de Daniel Vorcaro, patrão de "Sicário", com figuras expoentes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário brasileiro, o caso vai caindo no esquecimento.
Menos para as redes sociais, onde frequentemente têm sido questionadas as circunstâncias da morte de Luiz Phillipi Mourão e até se, de fato, ele morreu ou “foi suicidado”.
De que forma ocorreu o alegado suicídio? Enforcamento? Medicamento? Por que não se tem nenhuma imagem dele morto? Houve negligência da Polícia Federal, que o tinha sob custódia? Será que ele fugiu para evitar maiores consequências e colocaram outro corpo em seu lugar? Como estão as investigações?
São perguntas de internautas que precisam de respostas.
Enquanto as respostas não vêm, fica a certeza de mais um mistério político-policial no Brasil, a exemplo das mortes do senador pernambucano Marcos Freire, do prefeito Celso Daniel, do ex-governador Eduardo Campos, do ministro do STF Teori Zavascki...
Nesse contexto se inclui também a até hoje ainda não convincentemente explicada morte do empresário alagoano Paulo César Farias e da sua namorada Suzana Marcolino, que em 23 de junho próximo completa 30 anos e ganhou notoriedade como o “Caso PF Farias”.
Pois temos agora o “Caso Sicário de Vorcaro” a ser esclarecido.
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