Como o diagnóstico de endometriose levou casal do Paraná a adotar três irmãos rejeitados por 70 famílias

Publicado em 21/09/2026, às 16h20
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por Redação

Três irmãos que foram rejeitados por 70 famílias finalmente foram adotados por um casal em Ampére, Paraná, após a decisão de adotar ser antecipada devido a dificuldades de gravidez enfrentadas pela mulher.

O casal, que já planejava a adoção, decidiu entrar na fila após um diagnóstico de endometriose, que exigiria cirurgia e fertilização in vitro para engravidar.

Após nove meses de habilitação, o casal foi surpreendido ao ser informado, apenas 15 dias após entrar na fila, sobre a disponibilidade dos irmãos Carlos, Aghata e Emily, para adoção.

Resumo gerado por IA

A história dos três irmãos que foram rejeitados por 70 famílias antes de serem adotados por um casal de Ampére, no Paraná, ganhou repercussão nacional e revelou um capítulo que ajuda a entender como esse encontro aconteceu. Para Thaynna Desirêe Bueno Rubele e Jellyson Faler, a decisão de adotar veio após um diagnóstico de endometriose.

Casal fica só 15 dias na fila de espera e adota três irmãos rejeitados por 70 famílias.

Em entrevista à Revista Crescer, Thayanna contou que a adoção já fazia parte dos planos do casal. No entanto, ao descobrir que teria dificuldades para engravidar, os dois decidiram antecipar o projeto de formar a família por meio da adoção.

Segundo ela, o médico explicou que seria necessário passar por uma cirurgia e, posteriormente, recorrer à fertilização in vitro para tentar uma gestação. Logo após diagnóstico, o casal decidiu entrar na fila de adoção.

“Não tivemos dúvidas na hora de decidir. Foi tão simples quanto um teste de gravidez positivo”, afirma.

A adoção dos irmãos

Foram nove meses até que o casal finalmente conseguisse a habilitação para adoção. Depois disso, porém, a espera foi muito mais curta do que imaginavam. Apenas 15 dias após entrarem na fila, em agosto de 2025, o telefone tocou com uma notícia inesperada: havia três irmãos compatíveis com o perfil da família.

O casal soube que poderia conhecer Carlos, então com 6 anos, Aghata, de 3, e Emily, de apenas 10 meses.

“Nunca ganhei na loteria, mas, quando escutei na ligação que estavam procurando uma família para três crianças, foi praticamente a mesma coisa. Foi nossa melhor decisão”, conta.

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