São 10 anos de história do Ôxe Comidas Nordestinas(@oxe_maceio) e um ano no novo endereço, na Rua Paulina Maria de Mendonça, 141, na Jatiúca. E o nosso menino, o chef Rodrigo Aragão (@rodrigoaragaoal), segue brincando com os sabores nordestinos com muito coentro e mel de engenho. O resultado? Pratos criativos, cheios de indentidade e daquele jeito que faz a gente querer raspar o prato até o fim. O que mais amei foi o coração batizado de “Expresso do Oriente” e o drinque do Preguiça. Bora conhecer as novidades?
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O “Expresso do Oriente” chega com coração de frango mergulhado em molho oriental, numa combinação improvável e danada de boa. Já o tartar de carne de sol é o Nordeste metido a francês: carne crua temperada no molho e servida com chips de banana-da-terra.
O irreverente “Zé Porquinho”, com carne suína acompanhada de purê de batata-doce, traz a doçura na medida certa. Bom demais. Tem também a “Coxinha da Asinha”, em que a asinha de frango ganha molho barbecue e vira daqueles petiscos perigosos: começou a comer, não quer mais parar.
E tem mais novidades, mas o drinque de café merece um brinde à história do Ôxe. O chef Rodrigo criou a bebida brincando e eu já gostei logo do nome: “Preguiça”. Uma mistura arretada de café, uísque, Cynar, fernet e néctar de coco. Bom demais.
Nesses 10 anos, o baião de dois segue campeão de vendas, e tem seus motivos. Na receita, arroz e feijão ganham queijo bem cremoso e fatias de carne de sol Angus. É conforto em forma de comida.
E você sabia que tem um prato em minha homenagem? A “Língua da Nide”. Tudo começou porque eu não quis comer a língua com pão, e sim com cuscuz. Claro que o chef atendeu ao pedido e ainda transformou o cuscuz numa farofa riquíssima, com feijão-verde, castanha, tomate e queijo coalho. O conjunto da obra ficou tão saboroso que entrou definitivamente
Antes de ser chef do Ôxe Comidas Nordestinas, Rodrigo Aragão era professor. Trocou a sala de aula pelas panelas e começou sua trajetória em um food truck, onde descobriu sua paixão pela gastronomia nordestina.Em busca de mais conhecimento, passou uma temporada em São Paulo no Mocotó, do chef Rodrigo Oliveira, aperfeiçoando técnicas e fortalecendo sua identidade na cozinha brasileira. De volta a Maceió, além de cozinhar bem, Rodrigo também encara mar, bicicleta e corrida, mostrando a mesma intensidade da cozinha na vida.
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