Lionel Messi brilhou ao marcar três gols na vitória da Argentina sobre a Argélia, igualando o recorde de 16 gols em Copas do Mundo, enquanto a equipe busca seu quarto título mundial.
Kylian Mbappé também se destacou, anotando dois gols na vitória da França sobre Senegal, elevando seu total para 14 gols em Mundiais, um a mais que Pelé.
A Noruega venceu o Iraque por 4 a 1 com dois gols de Erling Haaland, enquanto a Áustria derrotou a Jordânia por 3 a 1, ambos os jogos contribuindo para a dinâmica dos grupos na competição.
O sexto dia de disputas da Copa do Mundo foi dos grandes artilheiros. O maior deles, o argentino Lionel Messi, marcou os três gols de sua seleção na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia, com um show de eficiência, e igualou o alemão Miroslav Klose como maior goleador da história dos Mundiais, com 16 gols.
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Na estreia dos atuais campeões, no primeiro jogo do Grupo J, no estádio Arrowhead, em Kansas City, o atacante canhoto do Inter Miami marcou, na verdade, quatro vezes o primeiro foi anulado e foi o grande responsável por começar com o pé direito a caminhada argentina rumo à quarta estrela dourada no peito.
Com o "hat-trick", ele agora tem boas chances de chegar ao topo isolado da lista de artilheiros dos Mundiais durante a campanha da Argentina na competição, em uma disputa que promete ser acirrada com o francês Kylian Mbappé.
A Argentina volta a campo na próxima segunda-feira (22) para enfrentar a Áustria, às 14h (de Brasília), enquanto a Argélia duela com a Jordânia no mesmo dia, à meia-noite.
FRANÇA 3 X 1 SENEGAL
O camisa 10 francês, por sinal, marcou duas vezes na vitória por 3 a 1 sobre Senegal, pelo Grupo I, também subindo na tabela de artilheiros da Copa. Depois de um primeiro tempo em que a França e Mbappé estiveram aquém da expectativa, com Senegal muito mais próximo de abrir o placar, o atacante desencantou no segundo tempo.
Agora, ele soma 14 gols na história das Copas, um a mais do que o Rei Pelé. Como Messi jogou depois, o francês havia superado o argentino, mas o hermano abriu diferença no final.
Na segunda rodada da primeira fase, a seleção francesa vai enfrentar os iraquianos, na segunda-feira (22), às 18h (de Brasília). Senegal volta a volta a campo para enfrentar os noruegueses no mesmo dia.
IRAQUE 1 X 4 NORUEGA
Já Erling Haaland, 25, o prolífico atacante do Manchester City e artilheiro de três das últimas quatro edições da Premier League, também deixou sua marca duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Iraque, em Boston.
E em sua primeira partida em um Mundial, ele não decepcionou e fez os gols bem ao seu estilo uma combinação de força e velocidade.
Os outros gols foram de Östigaard e Aymen Hussein (contra), que também marcou o gol iraquiano. Ele quase não conseguiu jogar o Mundial porque foi detido no aeroporto de Chicago e interrogado por sete horas antes de ser liberado.
A Noruega não disputa uma Copa desde 1998 e o Iraque, desde 1986.
O norueguês está ao lado de Havertz (Alemanha), Balogun (EUA), Mbappé (França), Just (Nova Zelândia) e Ayari (Suécia), todos com dois tentos, e atrás apenas do argentino Lionel Messi, com três.
ÁUSTRIA 3 X 1 JORDÂNIA
No outro jogo do Grupo J, da Argentina, o duelo não foi o mais técnico da Copa, mas a Áustria aproveitou as chances que teve e derrotou a Jordânia por 3 a 1 na madrugada desta quarta-feira (17), no Levi's Stadium, em Santa Clara, na Califórnia.
Os gols austríacos foram marcados por Schmid, Al-Arab (contra) e Arnautovic. Ali Olwan descontou.
Após um hiato de 28 anos sem disputar o Mundial, a seleção austríaca soma três pontos e fica atrás da Argentina na classificação do grupo, pelo saldo de gols. Já a Jordânia, em sua estreia em Copas, conseguiu pelo menos um gol de honra.
O duelo teve muita vontade das duas seleções, o que ficou claro no ritmo acelerado que os jogadores apresentaram em campo, mas isso não foi sinônimo de jogadas técnicas e disputas táticas bem trabalhadas. Ao contrário.
O que se viu, principalmente no primeiro tempo, foram jogadas sem resultado efetivo no ataque, muitos erros de passe e defesas levando vantagem nas disputas, mais por falta de qualidade dos atacantes do que de precisão dos bloqueios.
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