O CRB atribuiu o passivo de R$ 900 mil registrado no fim de 2025 ao não recebimento de receitas previstas no planejamento, como valores de patrocínios. A explicação foi dada pelo diretor financeiro do clube, Felipe Baracho, em entrevista ao ge.
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O valor colocou o Regatas na última posição do ranking de dívidas entre todos os clubes das Séries A e B do Brasileiro, divulgado pela Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol (Anresf).
Quando comparado com outros clubes do Nordeste, o valor é expressivamente menor. O Sport tem uma dívida de R$ 324 milhões, enquanto o Náutico soma R$ 291 milhões e o Fortaleza, R$ 276 milhões.
Baracho classificou o CRB como um clube "extremamente organizado" financeiramente ao explicar a origem do déficit de R$ 900 mil.
"Vale frisar que esse déficit (R$ 900 mil) apresentado e divulgado amplamente pelo clube no fim de 2025 não foi por falta de organização, mas porque não recebemos receitas que estavam programadas, como patrocínios. Do ponto de vista financeiro, o CRB é um clube extremamente organizado", explicou.
O dirigente também comentou as dificuldades econômicas enfrentadas pelo futebol alagoano em comparação com outros centros do país.
"Vale lembrar que o CRB está inserido num contexto geopolítico difícil porque em Alagoas a economia não gira como em outros estados, com grandes centros. Mas, mesmo diante de tudo isso, temos uma austeridade fiscal sem deixar de ser competitivo", declarou.
Veja, abaixo, o ranking de dívidas dos clubes das Séries A e B: