Interior

Debaixo de chuva, servidores da educação protestam contra atraso de salário

05/07/16 - 19h30 - Atualizado em 06/07/16 - 11h46
Cortesia


Trabalhadores da educação do município de Atalaia, na Zona da Mata alagoana, realizaram um protesto nesta terça-feira (05) pelas ruas da cidade, em um ato para chamar atenção da Prefeitura quanto ao atraso dos salários dos servidores.

Com faixas, cartazes e gritos de ordem e muita chuva, professores, auxiliares administrativos e merendeiras se concentraram em frente a sede da Prefeitura.

Nem a chuva evitou que os servidores fossem às ruas para reivindicar o pagamento dos salários em atraso.

Segundo o representante do Sindicato dos Educadores de Atalaia (Seata), Fábio Cirilo, os tanto servidores ativos quanto aposentados estão sofrendo há três meses com os constantes atrasos salariais e os contratado pelo município tem três meses de atraso.

“Nós não estamos aguentando essa situação. Na verdade, não conseguimos nem manter os nossos compromissos em dia. Todo mês os salários atrasam em até 20 dias”.

Ainda de acordo com o presidente do Seata, o Sindicato, inclusive, já entrou em contato com a Secretaria de Educação do município, que alegou que a pasta não tem recursos suficientes para manter o pagamento em dia.

“São mais de 900 pessoas afetadas com essa situação. Fora que as nossas escolas estão sucateadas e  sem estrutura alguma para ensino. Há um tempo eles derrubaram alas de alguns prédios com a promessa de reforma ou reconstrução, mas até agora não vimos nada”, ressalta.

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Atalaia deve entregar amanhã (06) na Prefeitura da cidade um documento formalizando as demandas da categoria. Até o final deste mês, outras manifestações já estão programadas para acontecer.

Pagamento em dia

Em contato com a reportagem do TNH1, a secretária de Educação de Atalaia, Ana Lúcia, negou que os salários dos servidores estejam sendo pagos fora da data prevista. Ela explicou que mesmo com a crise que os municípios alagoanos passam, devido a queda dos recursos federais, a gestão tem conseguido manter os salários em dia.

"Não existe essa informação. Assumimos essa gestão com a folha da educação no seu limite de gastos. Tudo isso, graças à gestão anterior que dava um número de gratificações muito grande para o que poderia ser pago, o que acabou desestruturando as contas do município", explicou.


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