Ex-assistente de Matthew Perry tentou ocultar evidências após morte do ator

Publicado em 26/05/2026, às 13h32
Matthew Perry em especial de 'Friends' - Reprodução / Warner Bros
Matthew Perry em especial de 'Friends' - Reprodução / Warner Bros

Por Folhapress

Kenneth Iwamasa, ex-assistente de Matthew Perry, é acusado de tentar ocultar evidências ligadas à morte do ator, supostamente relacionada ao uso abusivo de cetamina, ao realizar uma limpeza no local e destruir provas.

Os promotores afirmam que Iwamasa injetou cetamina em Perry no dia de sua morte e mentiu para os investigadores, alegando que o ator havia escondido os frascos do medicamento por conta própria.

Iwamasa se declarou culpado de conspiração para distribuir cetamina resultando em morte e, após um acordo judicial, enfrenta uma pena de 41 meses de prisão, com a sentença marcada para amanhã.

Resumo gerado por IA

Kenneth Iwamasa, ex-assistente do ator Matthew Perry, tentou ocultar evidências que ligavam a morte do ator ao uso abusivo de cetamina.

Os promotores federais alegaram em um documento judicial que o ex-assistente entrou em 'modo de controle de danos' logo após a morte da estrela de 'Friends'. Além de ter feito uma faxina pesada no local, Kenneth teria instruído outra pessoa a destruir as evidências de cetamina, triturou documentos e apagou registros digitais, segundo o site TMZ.

Iwamasa também teria mentido repetidamente para os investigadores. Primeiro, o ex-assistente escondeu o fato de ter injetado várias doses de cetamina em Perry no dia de sua morte. Depois, alegou que o ator havia escondido os frascos do medicamento por conta própria.

Na denúncia, os oficiais alegam que Iwamasa instruiu uma pessoa identificada como "BM" a descartar os frascos e seringas de cetamina após a morte de Matthew. Ele ordenou que a receita médica e uma anotação manuscrita no nome do Dr. Salvador Plasencia como fornecedor da cetamina também fossem destruídas.

Por fim, a denúncia aponta que Iwamasa admitiu posteriormente ter participado da parte da limpeza. Em um telefonema com o intermediário Erik Fleming, o ex-agente diz que "limpou a cena", se livrou de garrafas e seringas, "apagou tudo" e até mesmo mudou as senhas dos dispositivos de Perry.

Os promotores alegam que Iwamasa abusou da confiança depositada nele. Tanto por Perry quanto pela família do ator, que acreditava que o ex-assistente deveria ajudar a proteger o ator durante sua luta contra o vício.

Em 2024, Kenneth se declarou culpado de uma acusação de conspiração para distribuir cetamina resultando em morte. Ele fechou um acordo judicial com os promotores federais, que estão pedindo 41 meses de prisão. A sentença está marcada para amanhã (27).

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