Fernanda Torres expressou entusiasmo ao saber que Jennifer Lopez encontrou conforto no filme 'Ainda Estou Aqui', especialmente durante um momento difícil de sua vida, como o divórcio de Ben Affleck.
Lopez revelou que assistiu ao longa no Natal com sua família, o que a ajudou a curar feridas emocionais, destacando a conexão humana da obra, que aborda a luta de uma mãe para criar seus filhos após a perda do marido.
Durante o Taormina Film Festival, onde recebeu um prêmio honorário, Fernanda enfatizou a importância do filme para o cinema brasileiro e seu papel em unir o país em torno de temas como direitos humanos e justiça.
Fernanda Torres, 60, reagiu com entusiasmo ao descobrir que Jennifer Lopez, 56, foi impactada por "Ainda Estou Aqui". Quase dois anos após a estreia do longa de Walter Salles no Festival de Veneza, a atriz brasileira comentou o relato da cantora e atriz americana, que revelou ter encontrado conforto na produção em um momento delicado de sua vida.
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Em participação em um podcast, Lopez contou que assistiu à produção vencedora do Oscar de melhor filme internacional de 2025 enquanto enfrentava o processo de divórcio de Ben Affleck e refletia sobre a criação dos filhos. Segundo ela, ver o longa ao lado da família durante o Natal "curou uma parte" dela que precisava ser curada.
A declaração foi mostrada a Fernanda por um repórter da Variety durante o Taormina Film Festival, na Itália, onde a atriz recebeu um prêmio honorário. Ao assistir ao vídeo, ela destacou que a reação da artista americana traduz a dimensão humana da obra. "Nossa. Isso é tão, tão emocionante", afirmou.
Fernanda reforçou que, embora o filme tenha uma dimensão política, sua força está na história de uma mãe que enfrenta a perda do marido e a responsabilidade de criar sozinha cinco filhos. "É uma tragédia grega que transcende qualquer posicionamento político. Qualquer pessoa pode compreender a ideia fundamental de família", disse.
A atriz também ressaltou o significado de "Ainda Estou Aqui" para o cinema brasileiro. Ao lembrar que Walter Salles não dirigia um longa havia dez anos, ela celebrou o alcance internacional da história de Eunice Paiva e o impacto que o filme teve no país. "É um filme muito especial porque uniu um Brasil dividido em torno dos direitos humanos e da justiça. É um filme raro", afirmou.
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