Filha de ex-BBBs recebe diagnóstico de condição rara na orelha

Publicado em 07/08/2026, às 16h02
Reprodução / Globoplay
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Por Contigo!

A médica e ex-BBB Laís Caldas revelou nas redes sociais que sua filha, Alice, de apenas dois meses, nasceu com uma condição rara que chama atenção principalmente pela aparência do lóbulo da orelha. A bebê tem o chamado lóbulo bífido, uma malformação congênita caracterizada por uma fenda ou divisão nessa região da orelha.

Por conta da característica anatômica, a recém-nascida ainda não pode usar brincos. Diante disso, Laís e seu marido, o também ex-BBB Gustavo Marsengo, tomaram a decisão de aguardar a menina crescer para realizar um pequeno procedimento de cirurgia plástica corretiva.

O que é o lóbulo bífido e por que ele ocorre?

Para esclarecer as dúvidas sobre o tema, especialistas explicam que o lóbulo bífido é uma malformação congênita desenvolvida ainda durante a gestação, ocorrendo geralmente entre a quinta e a nona semana de gravidez. Embora esteja presente desde o nascimento, a alteração não afeta a saúde auditiva da criança.

“Sobretudo é uma questão anatômica e estética e não compromete a audição”, destaca o cirurgião plástico Marcelo Rudy, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica Estética (BAPS).

Considerada rara, com estimativas de aproximadamente um caso a cada 15 mil nascidos vivos, a condição costuma surgir de forma esporádica, sem indícios de fatores genéticos determinantes.

Como é feita a cirurgia de correção?

A intervenção cirúrgica para corrigir o lóbulo bífido consiste em reconstruir a região dividida e remodelar os tecidos locais. Trata-se de uma cirurgia de pequeno porte, mas que exige planejamento e técnica refinada para devolver o formato natural à orelha.

O procedimento pode ser realizado a partir dos cinco anos de idade, fase em que a criança já compreende melhor os cuidados pós-operatórios. No entanto, por se tratar de uma questão estritamente estética, os especialistas reforçam que não há obrigatoriedade de urgência, sendo totalmente viável aguardar até a adolescência ou a vida adulta, conforme a escolha da família e o desejo da própria pessoa.

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