Fim dos álbuns da Copa? Entenda fim da parceria entre Fifa e Panini

Publicado em 07/05/2026, às 22h36
Divulgação/Panini
Divulgação/Panini

Por Terra

A Fifa anunciou a mudança na produtora de itens colecionáveis, transferindo a responsabilidade das figurinhas para a Fanatics a partir de 2031, encerrando uma parceria de mais de 60 anos com a Panini.

O novo contrato, que se estende até a Copa de 2030, visa inovar a experiência dos torcedores e gerar uma nova fonte de receita, com um investimento de US$ 150 milhões em itens colecionáveis.

Entre as novidades, destacam-se os cards autografados com patches de estreia, que serão introduzidos na Copa do Mundo de 2026, permitindo uma interação mais significativa entre torcedores e jogadores.

Resumo gerado por IA

Seria o fim dos álbuns da Copa do Mundo? Não exatamente. A Fifa anunciou, nesta quinta-feira, 7, uma mudança na produtora de itens colecionáveis e, a partir de 2031, quem assume as figurinhas ligadas às competições da entidade é a Fanatics.

O acordo encerra a parceria de mais de 60 anos entre Fifa e a Panini, responsável pela elaboração dos álbuns desde 1970, com exceção da Copa de 1994. A colaboração entre a Fifa e o grupo italiano se estende até o Mundial de seleções de 2030.

A Fanatics assumirá a produção a partir de 2031, englobando itens físicos e digitais. “No cenário esportivo, vemos como a Fanatics promove uma inovação massiva nos colecionáveis, proporcionando aos torcedores uma nova e significativa maneira de interagir com seus times e jogadores favoritos”, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino. 

“Do ponto de vista da Fifa, nós conseguimos globalizar esse engajamento dos torcedores graças ao nosso portfólio de competições globais. E isso proporciona mais uma fonte de receita comercial que nós canalizamos, como sempre, no futebol”, complementou. 

O contrato entre Fifa e Fanatics distribuirá US$ 150 milhões em itens colecionáveis para torcedores de todo mundo. Uma das novidades será os cards autografados com patch de estreia da Topps, presentes em coleções ligadas à Copa do Mundo.  

Nessa dinâmica, o jogador usaria um patch de estreia em sua camisa durante sua primeira partida na Copa do Mundo. O patch, então, seria removido, autenticado e inserido em um card colecionável autografado pelo jogador. Esse programa, segundo Infantino, deverá começar já na Copa do Mundo de 2026.

Gostou? Compartilhe