Foragido escapa da Justiça por oito anos ao viver como mulher trans

Publicado em 15/09/2026, às 18h07
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Por Page Not Found/Extra Online

Um foragido desde 2018, Tuğrul Başar, foi capturado em Istambul após viver como mulher trans durante oito anos para evitar a prisão por crimes de roubo. Sua detenção ocorreu após uma investigação detalhada que revelou sua nova identidade e estilo de vida.

Tuğrul havia sido condenado por três roubos em 2010 e, para escapar da pena de três anos, adotou uma identidade feminina, utilizando documentos da irmã para evitar suspeitas. A mudança de aparência dificultou a identificação pelas autoridades, que precisaram intensificar a vigilância.

Após sua captura, Tuğrul será enviado para uma prisão masculina, já que seu gênero nos documentos oficiais não foi alterado. Além disso, uma investigação sobre o uso fraudulento de dados pessoais está em andamento, podendo resultar em mais penalidades.

Resumo gerado por IA

Um foragido desde 2018 foi finalmente capturado após escapar das autoridades por oito anos, período no qual viveu como mulher trans.

Tuğrul Başar acabou sendo detido por policiais que realizaram uma operação no movimentado bairro de Kadıköy, em Istambul (Turquia), após uma investigação sigilosa e exaustiva.

Ele havia sido condenado por três crimes de roubo cometidos enquanto se passava por funcionário público em 2010, mas conseguiu escapar das autoridades para evitar uma pena de três anos de prisão.

Segundo o "Gulf News", investigadores descobriram que Tuğrul adotara uma identidade feminina para evitar ser detectado e viveu como mulher transgênero durante todo o período em que esteve foragido, mantendo uma aparência feminina. Tuğrul também circulava por Istambul usando a carteira de identidade turca oficial da sua irmã biológica e apresentava o documento sempre que era solicitado, sem levantar suspeitas.

A transformação foi tão radical que as autoridades não podiam mais confiar nas fotos de registro policial de oito anos atrás (quando ele ainda vivia como homem). Isso obrigou os investigadores a mudar de estratégia e implementar uma vigilância mais intensa, focada em seu novo estilo de vida.

O caso só teve uma reviravolta quando agentes detiveram Tuğrul e coletaram impressões digitais, confirmando a identidade do suspeito e encerrando a busca.

Tuğrul será agora enviado à prisão masculina para cumprir a pena original de três anos pelas condenações por roubo de 2010. Embora tenha passado por uma transição social e física durante os oito anos em que esteve foragido, ele nunca atualizou oficialmente seu nome ou gênero no sistema de registro civil da Turquia. No país secular, a alocação em prisões se baseia no gênero constante nos documentos oficiais de identificação do detento, e não na aparência física ou na autoidentificação.

Também está em andamento uma investigação sobre o uso fraudulento de dados de identificação pessoal de outra pessoa, o que pode acarretar mais alguns anos de reclusão.

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