Cristiano William Gowans de Oliveira Balbino, de 31 anos, foi assassinado com nove tiros em frente a um residencial em Maceió, enquanto retornava do trabalho como gari, em um crime que ocorreu durante o dia e está sob investigação.
A vítima tinha antecedentes criminais por tráfico de drogas, mas havia sido absolvido; ele foi encontrado pela Polícia Militar com o corpo coberto, próximo à sua residência, onde estava vestido com o uniforme de trabalho.
O corpo foi periciado e encaminhado ao Instituto Médico Legal, enquanto a Delegacia de Homicídios solicita informações sobre o caso, garantindo anonimato aos denunciantes através do Disque-Denúncia.
O homem assassinado com nove tiros em frente a um residencial no bairro Vergel do Lago, em Maceió, em plena luz do dia dessa quinta-feira (30), foi identificado como Cristiano William Gowans de Oliveira Balbino, de 31 anos. Ele trabalhava como gari e retornava do trabalho no momento dos disparos. Também tinha passagem pelo sistema prisional alagoano por tráfico de drogas. A autoria e a motivação seguem sob investigação.
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A Polícia Militar informou, no relatório de ocorrências divulgado pela Secretaria de Segurança Pública desta sexta (31), que uma equipe do 1º Batalhão esteve na Avenida Senador Rui Palmeira e encontrou o corpo coberto por um tecido, já com a presença dos familiares.
A ex-esposa de Cristiano disse que não presenciou o homicídio, mas foi avisada sobre os tiros disparados contra o gari enquanto ele retornava de um dia de serviço, estando a poucos metros da residência onde morava. Inclusive, a vítima estava vestida com o uniforme.
Ainda em contato com a PM, a mulher confirmou que Cristiano foi preso por tráfico de drogas, porém absolvido posteriormente.

O corpo foi periciado pela Polícia Científica e recolhido para encaminhamento ao Instituto Médico Legal. Cristiano foi atingido na cabeça, nas pernas e na mão.
Quem tiver informações sobre o homicídio pode fornecê-las as autoridades policiais por meio do número 181, do Disque-Denúncia. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil está à frente do caso. O anonimato é garantido ao denunciante.
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