Governador nega clemência, e mulher no corredor da morte diz estar 'em paz'

Publicado em 29/09/2026, às 23h18
Reprodução/Tennessee Dept. of Correction
Reprodução/Tennessee Dept. of Correction

Por Terra

Christa Pike, mulher de 50 anos no corredor da morte no Tennessee, declarou estar 'em paz' com sua sentença de morte, após o governador Bill Lee negar clemência. Ela foi condenada por torturar e matar Colleen Slemmer em um crime que teve forte repercussão devido a supostas conexões com ocultismo.

Pike é a primeira mulher a enfrentar a pena de morte no Tennessee desde 1819 e confessou estar nervosa com a execução. O caso ganhou notoriedade, em parte, por detalhes macabros, como a gravação de um pentagrama no corpo da vítima e a afirmação de Pike sobre guardar um fragmento do crânio como souvenir.

A defesa de Christa tentou reverter a sentença, apresentando alegações sobre sua infância marcada por abuso e negligência. Enquanto isso, seu ex-namorado, que também foi condenado, recebeu uma pena de prisão perpétua por ser menor de idade na época do crime.

Resumo gerado por IA

Uma mulher prestes a ser executada no Tennessee, nos Estados Unidos, disse estar "em paz" com a sentença, em carta enviada à emissora local NBC News. Christa Pike, de 50 anos, está no corredor da morte há mais de três décadas, tendo sido condenada à injeção letal por ter, aos 18 anos, torturado e matado Colleen Slemmer, uma jovem de 19.

A carta foi escrita por ela antes de saber que o governador Bill Lee havia decidido por não lhe conceder clemência. Christa escreveu: “Seja a minha clemência concedida ou não, estou em paz. Não tenho medo de morrer". Ela é a primeira mulher desde 1819 a enfrentar o corredor da morte no Estado. A mulher confessou que está nervosa com a forma como será executada.

O caso pelo qual foi condenada teve grande repercussão à época depois que investigadores disseram que o crime poderia estar ligado ao ocultismo, pois alguém havia gravado um pentagrama no peito da vítima. Uma estudante também teria relatado que Christa havia se gabado por ter guardado um fragmento do crânio de Colleen como um suvenir.

Além de Christa, seu então namorado também foi condenado pelo crime. Ele, porém, tinha 17 anos quando o assassinato ocorreu e, por ser menor de idade, foi condenado à prisão perpétua. 

A defesa da mulher condenada à morte tentou reverter a sentença posteriormente, revelando detalhes de sua criação, que teria sido marcada por anos de abuso sexual e físico, além de negligência.

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