O governo federal autorizou a nomeação de mil novos servidores para a Polícia Federal, conforme publicado no Diário Oficial da União, visando a recomposição do efetivo da corporação. Essa medida é uma resposta à necessidade de fortalecer a segurança pública e melhorar a eficiência da instituição.
As nomeações incluem 705 agentes, 176 escrivães, 61 delegados, 38 peritos criminais e 20 papiloscopistas, todos aprovados no concurso de 2021. A decisão de convocar além do número de vagas originalmente previsto busca otimizar recursos e acelerar a resposta a demandas institucionais.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos ressaltou que essa estratégia é permitida pela legislação e contribui para uma gestão pública mais eficiente. Com isso, o governo espera atender rapidamente as necessidades de reforço em áreas essenciais da segurança pública.
O governo federal autorizou a nomeação de mil servidores para o quadro da Polícia Federal (PF). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

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Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que a autorização contempla candidatos aprovados no concurso público da PF realizado em 2021, “permitindo a convocação além do número de vagas originalmente previsto no edital”.
“Com isso, o governo amplia o aproveitamento do certame e acelera a recomposição do efetivo da corporação”, destacou a pasta.
As nomeações abrangem os seguintes cargos da carreira:
- agente: 705 vagas
- escrivão: 176 vagas
- delegado: 61 vagas
- perito criminal federal: 38 vagas
- papiloscopista: 20 vagas
No comunicado, o ministério destaca que a possibilidade de convocar candidatos aprovados além das vagas iniciais é um instrumento previsto na legislação “que permite maior eficiência na gestão pública”.
“Ao aproveitar um concurso já realizado, a administração reduz prazos, otimiza recursos e responde com mais rapidez às demandas por reforço institucional em áreas essenciais.”
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