Governo autoriza nomeação de mil aprovados para concurso da Polícia Federal

Publicado em 23/04/2026, às 10h55
Divulgação PF
Divulgação PF

Por Redação

O governo federal autorizou a nomeação de mil novos servidores para a Polícia Federal, conforme publicado no Diário Oficial da União, visando a recomposição do efetivo da corporação. Essa medida é uma resposta à necessidade de fortalecer a segurança pública e melhorar a eficiência da instituição.

As nomeações incluem 705 agentes, 176 escrivães, 61 delegados, 38 peritos criminais e 20 papiloscopistas, todos aprovados no concurso de 2021. A decisão de convocar além do número de vagas originalmente previsto busca otimizar recursos e acelerar a resposta a demandas institucionais.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos ressaltou que essa estratégia é permitida pela legislação e contribui para uma gestão pública mais eficiente. Com isso, o governo espera atender rapidamente as necessidades de reforço em áreas essenciais da segurança pública.

Resumo gerado por IA

O governo federal autorizou a nomeação de mil servidores para o quadro da Polícia Federal (PF). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que a autorização contempla candidatos aprovados no concurso público da PF realizado em 2021, “permitindo a convocação além do número de vagas originalmente previsto no edital”.

“Com isso, o governo amplia o aproveitamento do certame e acelera a recomposição do efetivo da corporação”, destacou a pasta.

As nomeações abrangem os seguintes cargos da carreira:

- agente: 705 vagas

- escrivão: 176 vagas

- delegado: 61 vagas

- perito criminal federal: 38 vagas

- papiloscopista: 20 vagas

No comunicado, o ministério destaca que a possibilidade de convocar candidatos aprovados além das vagas iniciais é um instrumento previsto na legislação “que permite maior eficiência na gestão pública”.

“Ao aproveitar um concurso já realizado, a administração reduz prazos, otimiza recursos e responde com mais rapidez às demandas por reforço institucional em áreas essenciais.”

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