Doglas Farias Matia, um reeducando do sistema prisional alagoano, foi assassinado por três homens que se apresentaram como policiais em Maceió, levantando questões sobre a motivação do crime, que pode estar ligada ao tráfico de drogas.
O crime ocorreu no Tabuleiro do Martins, e a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa iniciou as investigações, mas até agora não há suspeitos detidos.
A viúva relatou que Doglas foi chamado no portão antes de ser atacado, e ele foi atingido por seis tiros, falecendo antes da chegada do socorro; o corpo foi enviado ao IML após perícia.
O homem assassinado por três pessoas que se apresentaram como policiais na frente de uma casa no Tabuleiro do Martins, em Maceió, foi identificado como Douglas Farias Matia e era reeducando do sistema prisional alagoano. Ele usava tornozeleira eletrônica devido à pena por tráfico de drogas. Não se sabe se o homicídio foi motivado pela relação dele com a venda de entorpecentes ou com outro tipo de crime.
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A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) confirmou nesta terça-feira (2) que enviou uma equipe ao endereço do atentado a tiros e ela já deu início às investigações, mas nenhum suspeito foi preso até o momento. O homicídio foi registrado por volta de 1h.
A viúva contou às autoridades que estava dentro da residência quando ouviu pessoas chamando o nome do marido no portão e se identificando como policiais. Doglas se dirigiu para a entrada e se deparou com três encapuzados. Sem falar mais nada, o trio abriu fogo contra a vítima.
Atingido por seis tiros, sendo quatro no tórax, um na mão esquerda e outro na perna esquerda, Doglas morreu antes da chegada do socorro médico. O corpo dele foi periciado pela Polícia Científica e depois entregue ao IML.
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