Idosa foragida de Alagoas por estelionato é presa após se esconder por quase 7 anos, na Bahia

Publicado em 31/07/2026, às 11h32
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Por Redação

Uma idosa de 60 anos, foragida da Justiça alagoana por estelionato, foi presa em Feira de Santana, Bahia, após um mandado de prisão expedido em 2019. A prisão destaca a eficácia das operações policiais na captura de fugitivos e no combate a crimes financeiros.

A mulher utilizava endereços diferentes em Coração de Maria e Feira de Santana para evitar a captura, mas foi localizada graças ao trabalho de inteligência da 3ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior. A operação reflete a crescente preocupação das autoridades em reprimir crimes de estelionato na região.

A prisão ocorreu durante a Operação Contragolpe, que visa cumprir mandados de prisão e combater estelionatos. A idosa foi levada à unidade policial e permanece custodiada, aguardando os próximos passos do processo judicial.

Resumo gerado por IA

Uma idosa foragida da Justiça alagoana por crime de estelionato foi presa nessa quinta-feira (30), no bairro Asa Branca, em Feira de Santana, no interior da Bahia. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, em dezembro de 2019, e desde então a mulher de 60 anos vivia fora do alcance das autoridades.

Conforme as investigações, a investigada utilizava diferentes endereços nos municípios de Coração de Maria e Feira de Santana para despistar. O trabalho de inteligência realizado pela 3ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Santo Amaro) resultou na descoberta do paradeiro dela e os agentes foram enviados ao local.

Com o cumprimento da ordem judicial, a idosa foi conduzida à unidade policial, onde passou pelos procedimentos legais, permanecendo custodiada, à disposição do Poder Judiciário.

Operação Contragolpe

A ação foi realizada no âmbito da Operação Contragolpe, que tem como objetivo reprimir crimes de estelionato e cumprir mandados de prisão contra pessoas foragidas da Justiça por esse tipo de crime.

Participaram policiais civis da 3ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Santo Amaro), com apoio das equipes dos Grupos de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI / Recôncavo e Sertão).

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