Jornalista Maria Luíza Filgueiras:
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“A demora do Cade para aprovar a transação entre a IG4, Novonor e os bancos credores da Braskem pode jogar água numa transação que levou anos para ser amarrada. O órgão recebeu a documentação em dezembro e, em fevereiro, avisou que ia alongar o prazo de análise. A expectativa era de maior celeridade diante de uma deterioração de caixa da petroquímica
A IG4 já informou aos bancos que pode sair da mesa, apurou o Pipeline, o que esquentou ainda mais o clima nos últimos dias.
‘No ritmo atual, a Braskem poderia se ver diante de recuperação judicial daqui a dois ou três meses, uma situação diferente do que a gestora negociou’, resume um executivo que participa das conversas.
A discussão estaria em torno de um aporte na Refinaria Riograndense, um negócio de interesse da Petrobras e que a estatal quer aprovar antes do embarque da IG4. Braskem e Ultra são minoritários. A Petrobras quer transformar a unidade em biorrefinaria, com investimento da ordem de R$ 6 bilhões.
Também haveria uma discussão de loteamento de indicações do Centrão na Braskem, emendou outra fonte, que estaria postergando a entrega da IG4 — que amarrou no acordo direito a indicações executivas e posições no conselho.
No passado, o governo tentou emplacar Guido Mantega no board.”
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