Jogo simula destruição de vários pontos de Maceió e causa polêmica nas redes

Publicado em 11/05/2026, às 14h31
Imagem Jogo simula destruição de vários pontos de Maceió e causa polêmica nas redes

Por Redação

Um trailer criado pelo designer Caio Lima, que retrata cenas de ação e violência em Maceió, gerou controvérsia ao ser retirado de sua conta no Instagram após uma notificação extrajudicial alegando uso indevido de marca e incentivo à violência.

O designer reconhece a preocupação das empresas com suas marcas, mas discorda da interpretação de que seu trabalho promove a violência, afirmando que a crítica se baseia na associação negativa que o público pode fazer entre as imagens e a segurança na cidade.

A notificação destaca que o uso da identidade visual e das cenas violentas poderia prejudicar a reputação de estabelecimentos locais, levando a uma percepção de insegurança, e o designer se mostrou aberto ao diálogo sobre a questão.

Resumo gerado por IA

Feito pelo designer Caio Lima, o trailer intitulado “Se o GTA6 fosse na minha cidade”, traz cenas de ação e violência em pontos da capital alagoana como a Cadeira Gigante, Palácio do Governo, Marco dos Corais, nova orla do Porto, além de diversos estabelecimentos de marcas privadas conhecidas de Maceió, entre elas um shopping. Até mesmo o ex-prefeito JHC aparece no trailer, com direito a um final trágico.

Em um vídeo, Caio afirma que recebeu uma notificação extrajudicial e por isso retirou o vídeo de seu perfil no Instagram. A notificação acusa o designer de uso indevido de marca e incentivo à violência. Ele diz que entende a preocupação das empresas com as marcas, mas que discorda da decisão.

“Entendo, apesar que não concordo, não acho que incentiva a violência. Mas entendo que quem não vive esse mundo do game tem essa interpretação”, disse.

“A reclamação foi sobre o uso da identidade visual e de imagem, que as imagens violentas poderiam causar dano à reputacão e à imagem institucional, induzindo o público a associar o empreendimento a um ambiente de insegurança, violencia e perigo”, explicou ao TNH1.

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