Jovem perseguido e morto no Jacintinho é identificado; polícia aponta passagens

Publicado em 09/10/2026, às 08h38 - Atualizado às 08h39
Reprodução/TV Pajuçara
Reprodução/TV Pajuçara

Por Joyce Maia* com TV Pajuçara

Washington Jorge de Melo, um jovem de 22 anos, foi perseguido e assassinado a tiros na Grota do Ary, em Maceió, levantando preocupações sobre a violência na região e a possível ligação da vítima com o tráfico de drogas.

A mãe de Washington revelou que ele havia se mudado recentemente para o local e expressado receios sobre sua segurança, devido à sua associação com uma facção criminosa.

A Polícia Civil está investigando o caso, realizando diligências para identificar os autores do crime e entender as motivações por trás do assassinato, embora poucas testemunhas tenham se apresentado até o momento.

Resumo gerado por IA

O jovem de 22 anos perseguido e morto a tiros na noite da última quarta-feira (7), na região da Grota do Ary, no bairro Jacintinho, em Maceió, foi identificado como Washington Jorge de Melo. Durante as primeiras diligências, a polícia levantou informações de que ele teria passagem por tráfico de drogas e tentativa de homicídio.

Segundo o delegado Emanuel Rodrigues, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a mãe de Washington esteve no local do crime e contou à polícia que o filho havia se mudado para a região há menos de um mês. Antes disso, ele morava no Tabuleiro do Martins, na parte alta da capital.

Ainda de acordo com o relato da mãe, Washington trabalhava em um churrasquinho e havia demonstrado preocupação com a própria segurança nos últimos dias. A polícia apurou que ele integrava uma facção criminosa.

Segundo a investigação, poucas pessoas presenciaram o crime e nenhuma delas soube fornecer informações precisas sobre os responsáveis pelos disparos.

Washington foi perseguido antes de ser atingido por diversos tiros e morreu no local. A perícia identificou oito perfurações no corpo dele e recolheu estojos de munição calibre 9 mm na cena do crime.

A Polícia Civil segue realizando diligências para identificar os suspeitos e esclarecer o que teria motivado o crime.

* Estagiária sob supervisão

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