Maceió começa a vacinação contra H1N1 no próximo dia 25

Anteriormente prevista para começar no dia 30 de abril, as campanhas de vacinação da Influenza (H1N1) em Alagoas, podem ser antecipadas pelas secretarias municipais de Saúde, a medida em que elas recebam as doses das vacinas.

Publicado em 07/04/2016, às 15h47

Por Redação

Anteriormente prevista para começar no dia 30 de abril, as campanhas de vacinação da Influenza (H1N1) em Alagoas, podem ser antecipadas pelas secretarias municipais de Saúde, a medida em que elas recebam as doses das vacinas.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Alagoas (Sesau), as doses começarão a ser distribuídas a partir do dia 23. A medida foi tomada depois de um acordo entre o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems/AL) e a Sesau.

A campanha de vacinação contra a Influenza A (H1N1) terá inicio no dia 25 de abril. Apesar de ainda não ter recebido nenhuma dose da vacina, a Coordenação do Programa de Imunização de Município informa que o Ministério da Saúde (MS) deve manter o calendário previsto para o envio das doses, para que a população possa ser vacinada nas unidades da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) da SMS, Eunice Raquel Amorim, a campanha anual de vacinação estava prevista para o dia 30 de abril, mas foi antecipada devido ao aumento do número de casos da doença em todo o Brasil. As doses são repassadas ao município pelo Ministério da Saúde (MS) e pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

O Ministério da Saúde (MS) iniciou o envio das vacinas aos estados no início deste mês. São 25.6 milhões de doses que correspondem a 48% do total a ser enviado para a campanha deste ano.  

A campanha de vacinação vai até o dia 20 de maio, mas não estará disponível para toda população, apenas para:

- Crianças de 6 meses a menores de 5 anos;

- Gestantes;

-Trabalhador de saúde;

-Povos indígenas;

-Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;

-População privada de liberdade;

-Funcionários do sistema prisional;

-Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis;

-Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).

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