O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA) atualizou, nesta semana, o relatório de balneabilidade das praias e lagunas em Alagoas. As amostras foram coletadas na segunda-feira, 31, e na terça-feira, 1º, são os dados mais recentes antes do feriadão da Independência. Clique aqui para ver o relatório das praias completo.
LEIA TAMBÉM
Maceió
Oito trechos das praias urbanas não estão com recomendação aos banhistas. Algumas das principais praias da capital não estão aptas para banho, como Pajuçara, Ponta Verde, Jatiúca e Cruz das Almas.

Pontos positivos: trecho ao lado do Marcos dos Corais, na Ponta Verde, áreas da parte norte, como Jacarecica, Guaxuma e Garça Torta, e a região do Pontal.
Litoral Sul
O trecho da foz do rio Niquim segue impróprio na Barra de São Miguel, e agora aparece também outra parte mal avaliada: a prainha da laguna em Jequiá da Praia.

Pontos positivos: quase todo litoral está liberado, com praias paradisíacos como Francês, Barra de São Miguel, Gunga, Lagoa Azeda, Coruripe, entre outras (veja acima).
Litoral Norte
Três áreas em Maragogi também não estão aptas para os banhistas: (em frente à foz do rio Salgado, foz do rio Maragogi e foz do rio Persinunga).

Pontos positivos: Paripueira, Barra de Santo Antônio, Passo de Camaragibe, São Miguel dos Milagres, Porto de Pedras, Japaratinga e boa parte de Maragogi estão aptos aos banhistas.
Lagunas
A laguna Mundaú tem dois pontos impróprios para banho, sendo um no Pontal da Barra, em Maceió, e outro em Coqueiro Seco. Já a laguna Manguaba tem uma parte imprópria em Marechal Deodoro. Clique aqui para ver o relatório completo.

Pontos positivos: outros cinco trechos na Barra Nova, Massagueira, Roteiro e Coqueiro Seco estão com boas análises.
CRITÉRIOS DE BALNEABILIDADE
A Resolução CONAMA Nº 274/2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, estabelece os seguintes Critérios de Balneabilidade:
» As praias são consideradas PRÓPRIAS, quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, não exceder um limite de 800 NMP (Número Mais Provável) de Escherichia coli por 100 mL da amostra de água. As praias são consideradas IMPRÓPRIAS, quando não obedecer ao critério anterior ou quando venha apresentar na última semana um valor superior a 2.000 Escherichia coli por 100 mL.
FATOS CONSIDERADOS
Considerando que a saúde e o bem-estar humano podem ser afetados pelas condições de balneabilidade. Considerando que diversas variáveis intervenientes na balneabilidade das praias, principalmente as fortes chuvas e sua relação com a possibilidade de riscos à saúde dos frequentadores, recomendam-se:
I. Que seja evitada, no caso de praias influenciadas pela presença de cursos d’água supostamente contaminados por efluentes, sua utilização nas 24 horas subsequentes à
ocorrência de chuvas, visto que, durante este período é maior a probabilidade de contaminação por matéria de origem fecal e, consequentemente, o risco de se contrair
doenças infecciosas;
II. Que seja evitada, em qualquer época, a utilização de áreas que estejam diretamente sob influência de rios, canais e córregos;
III. Que seja evitada a ingestão de água do mar, com redobrada atenção para com as crianças, que são mais sensíveis e menos imune do que os adultos;
IV. Que seja evitada, em qualquer época, a utilização de áreas que estejam diretamente sob influência de floração de algas [...], principalmente no trechos das praias da Avenida ao Sobral, conforme Art. 1º, Alinea “g”, CONAMA “in situ”.
LEIA MAIS
+Lidas