Segundo levantamento da newsletter “Investindo por aí”, Maceió está situada em sexto lugar dentre as cidades do Nordeste levando em consideração o PIB Total, que significa o volume absoluto da produção econômica de cada município — o quanto se produz em bens e serviços dentro de suas fronteiras.
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Pela ordem, de acordo com o PIB Total, a cidade de maior potencial econômico na região é Fortaleza, seguida de Salvador, Recife, São Luiz, Camaçari (Bahia), Maceió, Natal, Teresina, João Pessoa e Aracaju.
Acrescenta o texto:
“As capitais seguem como as maiores economias do Nordeste, sustentadas principalmente pelos setores de serviços, comércio e turismo. Entre as não capitais, Camaçari (BA) se destaca pela força da indústria petroquímica e automotiva, consolidando-se como o principal polo industrial baiano.”
A Prefeitura de Fortaleza, cidade que encabeça o ranking, destacou que o fato de liderar o volume absoluto de riqueza no Nordeste, sem figurar entre os municípios com maior PIB per capita, evidencia a complexidade da desigualdade socioeconômica urbana — um desafio estrutural compartilhado por grandes centros metropolitanos no Brasil.
Salvador, apesar de despontar como segundo maior PIB do Nordeste, não tem sua riqueza gerada de forma equitativa, como avalia José Cláudio Rocha, professor pleno da Universidade do Estado da Bahia, economista, advogado e analista e desenvolvedor de sistemas:
“Os problemas de Salvador passam pela falta de indução do desenvolvimento por parte da Prefeitura, que precisa investir mais na mudança desse cenário. É uma cidade com grande concentração de renda e históricas desigualdades sociais”.
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