O governo do Reino Unido propôs uma proibição do acesso de menores de 16 anos às principais redes sociais, visando proteger crianças e adolescentes de riscos digitais, como cyberbullying e problemas de saúde mental.
A proposta busca mitigar os efeitos negativos do uso precoce das redes sociais e inclui restrições a plataformas de jogos online para evitar interações perigosas entre menores e desconhecidos.
Apesar dos desafios de fiscalização, o governo britânico planeja avançar com a proposta legislativa nos próximos meses, alinhando-se a iniciativas semelhantes em países como Austrália e Canadá.
O governo do Reino Unido anunciou uma proposta que pode proibir o acesso de menores de 16 anos às principais redes sociais do país. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Keir Starmer nesta segunda-feira (15) e faz parte de um pacote de ações voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
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Segundo o governo britânico, o objetivo é reduzir riscos associados ao uso precoce das redes sociais, como exposição a conteúdos nocivos, cyberbullying, impactos na saúde mental, problemas de sono e queda no desempenho escolar. A proposta também inclui possíveis restrições a plataformas de jogos online, especialmente para evitar interações entre menores e desconhecidos.
O primeiro-ministro afirmou que a implementação da medida será um desafio, principalmente devido à complexidade de fiscalização e à atuação das grandes empresas de tecnologia. Ainda assim, o governo pretende avançar com a proposta legislativa nos próximos meses. Não há data definida para que a eventual proibição entre em vigor.
A iniciativa coloca o Reino Unido em sintonia com outros países que já discutem ou aplicam restrições semelhantes para crianças e adolescentes no ambiente digital, como Austrália, Canadá e Indonésia.
A proposta gerou amplo debate internacional sobre liberdade digital, segurança online e responsabilidade das plataformas em relação ao público infantil.
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