Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, está desaparecida desde quinta-feira em Ipiranga, Nova Iguaçu, após sair de casa para ir à escola, levando a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros a iniciar buscas intensivas na região.
O irmão da menina descobriu seu desaparecimento ao buscar por ela na escola, e desde então, familiares e moradores têm se mobilizado, realizando manifestações e buscas sem sucesso, enquanto cartazes com seu rosto foram espalhados nas redes sociais.
A situação se complicou quando a mãe de Mariana incendiou a casa onde moravam, o que gerou suspeitas sobre a possibilidade de eliminação de provas, embora ela tenha alegado ter sofrido um surto; a perícia no local foi suspensa devido ao incêndio.
A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros fazem buscas para encontrar Mariana Queiroz de Carvalho, de 10 anos, desaparecida desde a última quinta-feira.
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De acordo com familiares, ela saiu de casa, em Ipiranga, Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, para ir à escola e não foi mais vista. A investigação é conduzida pelo Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Os pais da criança já prestaram depoimento, e os investigadores também estão ouvindo outras testemunhas.
Segundo informações da polícia, o irmão mais velho da menina soube do desaparecimento ao buscá-la na escola, no fim da tarde da última quinta-feira, e descobrir que ela não havia comparecido à aula. A partir daquele dia, os familiares iniciaram as buscas, mas não conseguiram localizar Mariana.
Durante os últimos seis dias de desaparecimento, cartazes com fotos da menina foram divulgados nas redes sociais, e moradores chegaram a realizar uma manifestação na região onde ela desapareceu para cobrar mais empenho nas buscas. No último sábado, moradores se reuniram para procurar Mariana em uma área de mata do bairro, mas também não a encontraram.
Naquele mesmo fim de semana, a mãe da menina, Carla Lucia, ateou fogo à casa onde morava com a filha, destruindo roupas e outros pertences da criança. O episódio provocou revolta entre moradores e levantou suspeitas sobre uma possível tentativa de eliminar provas. A mãe, no entanto, afirmou que sofreu um surto e, por isso, colocou fogo na residência onde estavam os pertences da filha.
Em decorrência do incêndio, a perícia técnica da polícia, que estava programada para ser realizada no imóvel, acabou sendo suspensa.
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