Milão tem clima tenso entre fiscais dos partidos

Publicado em 25/10/2026, às 09h39
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Por Folhapress

Os brasileiros em Milão para o segundo turno das eleições enfrentaram uma manhã tranquila, sem filas, mas com tensão entre fiscais do PL e do PT devido a possíveis irregularidades simbólicas nas salas de votação.

Com 24,6 mil eleitores registrados, Milão é o maior colégio eleitoral da Itália, onde Lula obteve 53% dos votos no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro ficou com 37,83%.

Embora o clima tenha sido tenso, não houve registros de irregularidades ou agressões, e a polícia interveio para dispersar um grupo que fazia campanha nas proximidades do local de votação.

Resumo gerado por IA

Os brasileiros registrados para votar em Milão encontram manhã tranquila na organização, sem registros de filas por volta das 11h (7h em Brasília) deste domingo (25). Entre os fiscais do PL e do PT, no entanto, o clima é tenso dentro do local de votação.

A Folha de S.Paulo apurou que os colaboradores das siglas têm redobrado a atenção a possíveis símbolos dentro das salas com as urnas que possam aludir a algum candidato. Um grupo de petistas reclamou de um cartaz com a inscrição "água para fiscais do PL", que acabou removido. Apoiadores do PL pediram para que um bombom vermelho fosse tirado de uma mesa.

Um funcionário do consulado de Milão confirmou o clima mais tenso neste segundo turno entre os fiscais, mas que por enquanto se resume a um confronto em torno de detalhes. Dentro da área de votação, não houve registro de irregularidades ou agressões.

Do lado de fora, um grupo de quatro petistas foi afastado por estar gritando, por volta das 9h do horário local, o nome de Lula em uma das entradas do local de votação -uma central de provas para concursos alugada pelo consulado. O gesto poderia ser enquadrado como boca de urna, e a polícia que monitora a área pediu para o grupo interromper os atos.

Milão é o maior colégio eleitoral da Itália, com 24,6 mil eleitores inscritos. Outros 14 mil brasileiros estão aptos a votar em Roma, no prédio da embaixada, na praça Navona. No primeiro turno, o presidente Lula (PT) ficou em primeiro na Itália, com 53% dos votos válidos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 37,83% dos votos válidos e ficou em segundo.

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