Mulher descobre agulha no abdômen após sete anos de 'dores insuportáveis'

Publicado em 06/10/2026, às 23h22
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Por Extra

Uma enfermeira está processando o Mount Sinai Hospital e três médicos após descobrir que uma agulha de 4 centímetros foi deixada em seu abdômen durante cirurgias, resultando em sete anos de dor e sofrimento.

Jana DeGregoris passou por uma cesariana em 2018 e uma abdominoplastia em 2021, e seu advogado sugere que a agulha foi esquecida na primeira cirurgia, indicando possível negligência médica.

Ela descobriu a agulha em 2025 durante uma tomografia e passou por uma cirurgia para removê-la, enquanto busca indenização não especificada pelo erro médico, com os envolvidos ainda sem se pronunciar.

Resumo gerado por IA

Uma mulher está processando o Mount Sinai Hospital, em Manhattan (Nova York, EUA), e três dos seus médicos, após descobrir que havia ficado com uma agulha dentro dela durante uma de duas cirurgias realizadas no centro médico.

Jana Petriganova DeGregoris — que, ironicamente, também é enfermeira da mesma rede hospitalar desde 2013 — e o seu marido, Gerard DeGregoris, estão processando o hospital de Manhattan, bem como os médicos Isabel Blumberg, Philip Torina e Scott Nguyen, devido à agulha de aproximadamente 4 centímetros que, segundo eles, foi encontrada no abdômen da enfermeira.

No processo, Jana alega que suportou sete anos de agonia inexplicável antes que o objeto perfurante esquecido fosse finalmente descoberto.

Jana passou por uma cesariana com fechamento da incisão realizado por Blumberg e Torina em 28 de junho de 2018, de acordo com a petição inicial protocolada em 24 de setembro na Suprema Corte de Manhattan, à qual o "NY Post" teve acesso.

Em 17 de novembro de 2021, Nguyen e Torina realizaram nela uma abdominoplastia com correção laparoscópica de hérnia umbilical — uma cirurgia plástica abdominal combinada com um procedimento para tratar uma hérnia próxima ao umbigo.

O advogado de Jana afirma no processo não saber exatamente em qual cirurgia a agulha foi esquecida dentro da paciente. Mas, pela dores sentidas pela enfermeira, o mais provável é que o erro tenha sido cometido em 2018 e não percebido na segunda cirurgia, configurando nova negligência.

"Ela sofreu lesões pessoais graves e severas, além de dor física intensa, quando um corpo estranho foi deixado em seu abdômen", alega a petição na Justiça.

Ela finalmente descobriu a existência do corpo estranho em 14 de outubro de 2025, durante uma tomografia computadorizada, segundo a ação judicial. Em seguida, ela passou por outra cirurgia para removê-lo.

Jana e o marido buscam uma indenização de valor não especificado pelo erro médico. Os três médicos e a direção do hospital não se manifestaram sobre o caso.

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