Mulher morre ao ter intestino perfurado em colonoscopia em hospital de SP

Publicado em 30/07/2026, às 10h30
Reprodução/Google Maps
Reprodução/Google Maps

Por TNH1 com UOL

Uma mulher de 41 anos faleceu após complicações durante uma colonoscopia em um hospital de São Paulo, levando a uma cirurgia de emergência que não teve sucesso. A morte foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública e registrada como suspeita.

O corpo da vítima foi enviado ao Instituto Médico Legal para exames, enquanto a Secretaria Municipal de Saúde iniciou uma apuração interna sobre o incidente, expressando pesar pela ocorrência.

As autoridades estão investigando o caso em colaboração com a equipe médica do hospital, buscando esclarecer as circunstâncias que levaram à perfuração do intestino durante o exame, que é geralmente considerado seguro.

Resumo gerado por IA

Uma mulher de 41 anos morreu nessa quarta-feira (29) após ter o intestino perfurado durante uma colonoscopia em um hospital no distrito Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo.

A vítima internada no Hospital Municipal Doutor Alípio Corrêa Netto teve complicação durante exame de rotina, passou por cirurgia de emergência, mas não resistiu. A morte foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

O corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e passa por exames. O caso foi registrado como morte suspeita no 62º DP.

A apuração interna foi aberta, informou a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Em nota enviada ao UOL, o órgão lamentou a morte e disse que apura o caso junto ao chefe de endoscopia e cirurgia do hospital.

Como é feito o exame de colonoscopia

A colonoscopia é um exame endoscópico realizado com um microtubo, com uma câmera na ponta, que é introduzido pelo ânus. Ele analisa o reto, intestino grosso e a porção final do intestino delgado. Com as imagens, o médico consegue avaliar se há tumores, sangramentos ou outros problemas naquela região. O exame é considerado seguro e importante.

Normalmente, o exame se torna de rotina para pacientes a partir dos 45 anos que querem rastrear cânceres colorretais. Quando aponta normalidade, ele só deve ser feito a cada cinco ou 10 anos, a depender do paciente.

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