A influenciadora fitness Karol Rosalin atendeu a um pedido inusitado de um fã, que pagou R$ 5 mil para que ela deixasse a impressão de suas nádegas em uma camisa do Corinthians, com a intenção de usá-la em um clássico contra o Palmeiras.
O pedido foi sugerido pela esposa do assinante, que sabia do interesse do marido pela influenciadora, e Karol realizou testes para garantir que a impressão não danificasse a peça, especialmente o escudo do time.
Após essa experiência, Karol decidiu aceitar pedidos semelhantes de outros clubes pelo mesmo valor, ampliando suas ofertas de personalização e gerando expectativa sobre o uso da camisa no jogo.
A influenciadora fitness Karol Rosalin, de 26 anos, recebeu de um assinante uma camisa do Corinthians e um pedido pouco convencional: deixar a impressão das próprias nádegas na peça. Ele pagou R$ 5 mil pelo autógrafo e contou que pretende usar a camisa em um clássico contra o Palmeiras. A ideia, segundo ele, partiu da própria esposa.
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O pedido chegou por mensagem na plataforma em que Karol publica conteúdo exclusivo. O assinante contou que a mulher sabia que ele acompanhava a influenciadora e sugeriu personalizar a peça. “Foi ela quem perguntou: ‘Por que você não manda uma camisa para a Karol autografar com o bumbum?’. Depois, ele me escreveu dizendo que era corintiano e queria usar a peça em um clássico contra o Palmeiras”, relata.
Quando a camisa chegou, Karol fez testes em outros tecidos para calcular a quantidade de tinta corporal e encontrar a melhor posição para a impressão. Só depois passou o produto sobre as nádegas, marcou a frente da peça e acrescentou a própria assinatura. O processo também foi gravado para que o assinante pudesse provar aos amigos que o autógrafo era verdadeiro. “Ele só fez uma exigência: eu poderia marcar a camisa inteira, menos o escudo do Corinthians. Testei algumas vezes antes porque sabia que, para um torcedor, estragar aquela peça seria imperdoável”, afirma.
Karol diz que já recebeu pedidos por roupas usadas durante os treinos, meias e frascos com o próprio suor, mas nunca havia transformado uma camisa de futebol em item personalizado. Depois da primeira encomenda, ela decidiu aceitar peças de outros clubes pelo mesmo valor. “Uma coisa é pedir a camisa, outra é entrar no estádio vestindo uma peça com essa marca. Agora quero saber se ele vai mesmo usar a camisa no clássico”, conclui.

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