Uma noiva na Geórgia sobreviveu a um acidente de helicóptero que matou seu marido e o piloto, após a aeronave cair durante um voo de casamento em 29 de maio. Jesni Sam ficou presa aos destroços por quase seis horas, enfrentando ferimentos graves e trauma emocional.
O processo judicial contra o local do evento e a empresa de helicópteros alega que não foram avaliadas as condições climáticas adversas antes da decolagem, apesar de alertas sobre tempestades e baixa visibilidade. A mãe do falecido também afirmou que o evento poderia ter sido cancelado devido ao clima.
A ação judicial busca indenização por despesas médicas e sofrimento emocional, além de reparação para os herdeiros do marido falecido. As alegações ainda precisam ser comprovadas em tribunal, e o valor da indenização será determinado por um júri.
Uma noiva da Geórgia ficou presa por quase seis horas ao lado do corpo do marido após a queda de um helicóptero na noite de casamento, em 29 de maio, em Dawsonville, nos Estados Unidos. Jesni Sam sobreviveu ao acidente, mas sofreu ferimentos graves. O marido, Dave Fiji, de 25 anos, e o piloto da aeronave, Nikhil Nargundkar, morreram.
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Segundo o processo judicial obtido pelo Daily Mail, o casal havia acabado de se casar no The Revere, espaço para eventos localizado a cerca de uma hora de Atlanta. Depois da cerimônia, os dois embarcaram em um helicóptero Robinson R-66 para um voo oferecido como parte de uma promoção do local. A operação estava a cargo da Prestige Helicopters, de Atlanta.
Poucos minutos após a decolagem, o helicóptero caiu sobre árvores na Área de Gestão da Vida Selvagem da Floresta de Dawson. Sam ficou presa aos destroços e, de acordo com a ação, permaneceu ao lado do marido morto até ser retirada pelos socorristas.
O processo acusa o The Revere e a Prestige Helicopters de não terem avaliado adequadamente as condições meteorológicas antes do voo. A ação cita dados do NTSB que apontavam possibilidade de chuva, neblina e nuvens baixas, além de alertas para tempestades e baixa visibilidade.
— Inicialmente, o evento seria cancelado devido a preocupações com o clima — disse Phebah, mãe de Fiji, à Fox. Segundo ela, o filho também demonstrou preocupação com a baixa visibilidade antes da decolagem.
Sam teve ferimentos no quadril, perna, pescoço, braço, dedos e estômago. O processo também relata tonturas, dores de cabeça, perda de equilíbrio e cicatrizes extensas, além de sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, depressão, ansiedade e medo de voar.
A ação pede indenização por despesas médicas, reabilitação, sofrimento emocional e cicatrizes permanentes. Os herdeiros de Fiji também buscam reparação pela morte dele, incluindo perda de renda, despesas funerárias e perda de companhia. As alegações ainda não foram comprovadas judicialmente, e o processo não estabelece um valor de indenização, deixando a definição dos danos a um júri.
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