Carlos Alberto Parreira, ex-técnico da seleção brasileira, apresenta melhora em seu quadro pulmonar, mas permanece internado na UTI do Hospital Samaritano Barra, necessitando de cuidados intensivos e respirando com auxílio de aparelhos.
Recentemente, Parreira foi diagnosticado com Linfoma de Hodgkin, um câncer raro que afeta o sistema linfático, e passou por tratamento quimioterápico, do qual se disse recuperado em janeiro de 2024.
O hospital informou que não há previsão de alta e que Parreira está sob acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, incluindo um pneumologista intensivista, enquanto continua sua recuperação na UTI.
O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira, 83, apresentou melhora no quadro pulmonar, mas segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro.
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O campeão mundial está sedado, segue respirando com auxílio de aparelhos e "necessita de cuidados intensivos". Segundo o hospital, não há previsão de alta.
"O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o paciente Carlos Alberto Parreira continua internado em sua Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com quadro de inflamação pulmonar. Ele está sedado e respira com auxílio de aparelhos. No momento, seu quadro pulmonar apresenta melhora, mas ainda necessita de cuidados intensivos. O paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e a equipe assistencial e multidisciplinar do hospital. Não há previsão de alta", declarou o Hospital Samaritano Barra, em nota.
Parreira fez recentemente uma tratamento contra um Linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático. O diagnóstico veio à tona em janeiro de 2024, em comunicado da CBF.
"Não foi nada tão grave assim, não. Eu tive um problema de saúde, mas estou recuperado, graças a Deus. Fiz um tratamento quimioterápico e hoje estou zerado", disse Parreira, ao UOL, em 2024.
O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer raro, mas que tem cura. A doença se inicia no sistema linfático, e os sintomas se manifestam geralmente no pescoço e no tórax.
Parreira participou de sete Copas do Mundo na comissão técnica, três delas com a seleção brasileira (como técnico em 1994 e em 2006, e como coordenador-técnico em 2014). Nas outras edições, comandou Kuwait (1982), Emirados Árabes Unidos (1990), Arábia Saudita (1998) e África do Sul (2010). Ele também foi preparador físico do escrete canarinho em 1970.
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