Operação da PF investiga fraude contra a Caixa Econômica em Maceió e Rio Largo

Publicado em 03/09/2026, às 09h35
A operação também determinou o sequestro de bens dos investigados - Foto: Arquivo/Polícia Federal
A operação também determinou o sequestro de bens dos investigados - Foto: Arquivo/Polícia Federal

por Eberth Lins

Publicado em 03/09/2026, às 09h35

A Polícia Federal iniciou a Operação Faces Expostas para investigar um grupo que utilizava documentos falsos para abrir contas bancárias e contratar serviços de crédito em Maceió e Rio Largo, com implicações em crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

Os suspeitos teriam aberto sete contas, sendo quatro na Caixa Econômica Federal e três em bancos digitais, utilizando identidades falsificadas para ocultar a origem dos recursos e dificultar o rastreamento das transações.

Sete mandados de prisão e busca foram cumpridos, além do sequestro de bens dos investigados, e materiais para falsificação de documentos foram encontrados durante as operações, reforçando a gravidade das acusações.

Resumo gerado por IA
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (03), a Operação Faces Expostas para investigar um grupo suspeito de utilizar documentos falsos na abertura de contas bancárias e na contratação de serviços de crédito em Maceió e Rio Largo. 
De acordo com a PF, a investigação apura possíveis crimes de estelionato majorado contra a Caixa Econômica Federal, falsificação e uso de documentos particulares, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Os investigados, segundo a PF, teriam usado documentos de identidade falsificados para abrir sete contas bancárias. Quatro delas foram abertas em agências da Caixa Econômica Federal, sendo três em Maceió e uma em Nazaré da Mata, em Pernambuco. Outras três contas teriam sido criadas em bancos digitais.
Ainda conforme as investigações, após a abertura das contas na instituição financeira, os suspeitos teriam contratado operações de crédito e transferido os valores para outras contas, também consideradas fraudulentas. A movimentação teria como objetivo dificultar o rastreamento e ocultar a origem dos recursos.
Ao todo, foram expedidos sete mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão, cumpridos nos municípios de Maceió e Rio Largo. A operação também determinou o sequestro de bens dos investigados, como forma de tentar garantir o ressarcimento de eventual prejuízo causado aos cofres públicos.
Durante uma das buscas, os policiais encontraram materiais que, de acordo com a investigação, poderiam ser utilizados na falsificação de documentos, incluindo espelhos em branco, produtos químicos e impressoras. Os investigados poderão responder por estelionato majorado contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos particulares, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

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