Operação mira suspeitos do PCC por sequestro e tortura de advogado em SP

Publicado em 12/08/2026, às 09h19
SSP-SP
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Por UOL

Uma operação do Ministério Público de São Paulo, chamada Patrocínio Fiel, foi realizada para investigar membros do PCC suspeitos de sequestrar e extorquir um advogado na Baixada Santista, com consequências diretas na desarticulação do crime organizado na região.

Sete indivíduos estão sendo investigados, e a operação envolveu 19 mandados de busca em quatro cidades do litoral paulista e em Florianópolis, visando locais relacionados ao grupo criminoso e um possível cativeiro.

Com o apoio de quatro batalhões da Polícia Militar, as ações buscam interromper a atuação do PCC, proteger a vítima e coletar provas, enquanto as investigações seguem sob sigilo para garantir a eficácia das apurações.

Resumo gerado por IA

Uma operação do Ministério Público de São Paulo deflagrada nesta quarta (12) mira integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) suspeitos de sequestrar, torturar e extorquir um advogado na Baixada Santista.

O que aconteceu

Sete pessoas são investigadas por terem participado do crime. A operação, batizada de Patrocínio Fiel, é feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MP paulista com apoio da Polícia Militar.

Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em endereços em quatro cidades do litoral paulista e também em Florianópolis. As diligências ocorreram em São Vicente, Guarujá, Praia Grande e Cubatão, além da capital catarinense, com apoio do Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina.

As buscas foram feitas nas casas de investigados, comércios ligados ao grupo e um imóvel apontado como possível cativeiro. O MP de São Paulo afirma que as medidas também miram a desarticulação de lideranças do PCC com atuação na Baixada Santista.

A ação mobilizou quatro batalhões de Choque da PM. O objetivo, segundo o órgão, é interromper a atuação do grupo, preservar a integridade da vítima e reunir provas para o avanço das investigações.

O Ministério Público diz que as apurações continuam sob sigilo, por isso informações a respeito do sequestro não foram repassadas. A justificativa é garantir a efetividade das investigações em andamento e a responsabilização dos envolvidos.

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