Paralisação nacional afeta limpeza urbana e serviço mínimo é mantido em Maceió

Publicado em 22/06/2026, às 09h04
Empresas devem manter pelo menos 30% do efetivo em operação durante o período de paralisação - Foto: Arquivo Secom Maceió
Empresas devem manter pelo menos 30% do efetivo em operação durante o período de paralisação - Foto: Arquivo Secom Maceió

Por Redação

A paralisação nacional dos trabalhadores da limpeza urbana impactou Maceió, levando a Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana a monitorar a situação e garantir a continuidade dos serviços essenciais.

As empresas de coleta de lixo devem operar com pelo menos 30% do efetivo durante a greve, visando mitigar os efeitos sobre a população.

A Alurb continua em diálogo com os representantes da categoria para normalizar os serviços rapidamente e minimizar os transtornos causados pela mobilização.

Resumo gerado por IA

A paralisação nacional dos trabalhadores da limpeza urbana, realizada nesta segunda-feira (22), também tem reflexos em Maceió. Diante do movimento, a Autarquia de Desenvolvimento Sustentável e Limpeza Urbana (Alurb) informou que acompanha a situação e fiscaliza o cumprimento da legislação que regula a prestação de serviços essenciais.

De acordo com o órgão, as empresas responsáveis pela coleta e demais atividades de limpeza urbana deverão manter pelo menos 30% do efetivo em operação durante o período de paralisação.

A medida busca reduzir os impactos à população e assegurar a continuidade mínima dos serviços considerados indispensáveis.

A autarquia informou ainda que segue monitorando o cenário e mantendo diálogo com representantes da categoria, para garantir que os serviços sejam normalizados o mais rapidamente possível e minimizar possíveis transtornos provocados pela mobilização.

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