Informação do poftal "O Antagonista":
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“Apesar de estar preso e inelegível até 2030, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda teria 43,4% das intenções de voto, caso ‘as eleições presidenciais fossem acontecer neste domingo’ e ‘os candidatos fossem os mesmos de 2022’.
A repetição hipotética da última eleição foi testada na pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 21.
No levantamento, Lula aparece com 46,4% dos votos, seguido por Bolsonaro, com 43,4%; Ciro Gomes (PSDB), 3,2%; Simone Tebet (MDB), 2,3%; e ‘outro candidato’, 1,8%.
Brancos e nulos somam 2,2%, e indecisos, 0,6%.
Embora Bolsonaro tenha mais de 40% das intenções de voto, a diferença entre ele e Lula vem aumentando nos últimos meses.
Em dezembro, o petista tinha 46,7%, e o ex-presidente, 44%.
Em novembro, Lula aparecia com 45,7%, enquanto Bolsonaro tinha 44,8%.
No período de um ano, a maior diferença entre eles foi registrada em outubro. Naquele mês, Lula tinha 48,8% das intenções de voto. Bolsonaro, 41,3%.
Bolsonaro (PL) ainda é o nome com maior rejeição: 50%.
Lula vem logo atrás, com 49,7%.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 47,9% de rejeição.
O levantamento indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) diminuiu em quase oito pontos percentuais a diferença que tinha para o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno.
Segundo a pesquisa, o petista tem 49,2% das intenções de voto, contra 44,9% do filho de Jair Bolsonaro, constituindo uma diferença de 4,3 pontos percentuais.
Brancos, nulos e indecisos são 5,9%.
Em dezembro, Lula tinha 53%, e Flávio, 41%. Na época, a diferença entre eles em um cenário de segundo turno era de 12 pontos percentuais.
Brancos, nulos e indecisos eram 6%.
O instituto também testou um cenário de segundo turno entre Lula e Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A diferença entre eles permaneceu estável na passagem de dezembro para janeiro.
O petista tem 49,1% das intenções de voto, ante 45,4% do governador de São Paulo.
Para a pesquisa, a AtlasIntel ouviu 5.418 respondentes, por recrutamento digital aleatório, entre 15 e 20 de janeiro.
A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos.”
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