Cerca de 200 kg de drogas foram apreendidos em um ônibus na zona oeste de São Paulo, resultando na prisão de dois adultos e na apreensão de um adolescente. O veículo, que vinha de Corumbá, foi parado durante uma fiscalização de rotina, onde os policiais desconfiaram do peso das bagagens.
A operação revelou 51,4 kg de skunk, 30,6 kg de haxixe e 111,9 kg de folhas de coca escondidos em caixas de cereais e sacos de verduras. A quantidade de drogas excedia o volume esperado dos produtos, levando os agentes a investigar mais a fundo.
Os responsáveis pelo transporte das drogas foram identificados e levados ao 7º Distrito Policial, onde permanecem à disposição da Justiça. O caso foi registrado como tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menor.
Cerca de 200kg de drogas foram encontradas escondidas dentro de caixas de cereais e sacos de verduras em um ônibus na Avenida de Embaixador Macedo Soares, na zona oeste da capital paulista. O caso aconteceu noite desse sábado (19) e resultou na prisão de dois suspeitos e na apreensão de um adolescente.
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Segundo o boletim de ocorrência, o veículo havia saído de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, com destino ao Brás, na região central de São Paulo.
Ao longo da viagem, o coletivo foi parado por policiais do 2º Batalhão de Polícia de Trânsito que, durante a fiscalização nas bagagens despachadas dos viajantes, encontraram caixas de papelão com pimentões e embalagens de cereal.
No entanto, os agentes desconfiaram do peso das caixas, já que o volume encontrado era superior a quantidade dos produtos indicados nas embalagens.
Segundo a Polícia Militar, parte dos entorpecentes estavam escondidos junto com os alimentos. Ao todo, foram apreendidos 51,4 kg de skunk, 30,6 kg de haxixe e 111,9 kg de folhas de coca.
A identificação das malas permitiu localizar os três passageiros responsáveis pelo transporte do material, que foram encaminhados ao 7º Distrito Policial, na Lapa.
Os adultos permaneceram presos à disposição da Justiça, enquanto o adolescente foi apreendido e levado à Fundação Casa.
O caso foi registrado como tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menor.
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