Polícia apreende 3,5 toneladas de cocaína escondidas em casas vazias em SC

Publicado em 18/07/2026, às 14h31
Polícia apreende 3,5 toneladas de cocaína escondidas em casas vazias em SC - Divulgação / PMSC
Polícia apreende 3,5 toneladas de cocaína escondidas em casas vazias em SC - Divulgação / PMSC

Por Folhapress

A Polícia Militar de Santa Catarina e a Polícia Rodoviária Federal apreenderam 3,5 toneladas de cocaína em duas residências em Navegantes e Blumenau, resultando em uma operação significativa contra o tráfico de drogas na região.

As apreensões ocorreram após informações de inteligência que indicavam o uso dos imóveis para armazenamento de entorpecentes, com 1,55 tonelada encontrada em Navegantes e 2.000 kg em Blumenau.

Nenhum suspeito foi preso durante as ações, e as investigações prosseguem para identificar os responsáveis e o destino da droga, com base em dados compartilhados entre as forças de segurança.

Resumo gerado por IA

A Polícia Militar de Santa Catarina e a Polícia Rodoviária Federal apreenderam cerca de 3,5 toneladas de cocaína em duas casas de Navegantes e Blumenau, em Santa Catarina.

O entorpecente estava escondido em duas residências vazias. Policiais encontraram cerca de 1,55 tonelada de cocaína em uma casa no bairro Gravatá, em Navegantes. A ação ocorreu por volta das 23h55 de sexta-feira (17), após informações de inteligência indicarem que o imóvel poderia armazenar drogas.

Equipes localizaram outros 2.000 kg de cocaína em uma residência no bairro Velha, em Blumenau. A segunda apreensão ocorreu às 1h15 de sábado (18), com base nos mesmos levantamentos compartilhados pelas forças de segurança.

Nenhum suspeito estava nas casas durante as abordagens, e não houve prisões. Todo o material foi recolhido e encaminhado para os procedimentos legais.

As apreensões são desdobramento de uma operação da PRF na BR-101, em Joinville, na semana passada. Após a ocorrência, a PRF e a PMSC compartilharam informações para identificar possíveis imóveis usados para guardar a droga.

A investigação deve continuar para identificar quem usava os imóveis e qual seria o destino da carga. As corporações ainda não identificaram os responsáveis pelos crimes.

Gostou? Compartilhe