Corpo decapitado encontrado em Barra de Santo Antônio é de homem de 56 anos

Publicado em 14/10/2026, às 14h56
Ascom Polícia Científica
Ascom Polícia Científica

Por Ascom Polícia Científica

A Polícia Científica de Alagoas identificou o corpo decapitado de Airon Rodrigues da Silva, de 56 anos, encontrado em um manguezal no Rio da Ribeira, em Barra de Santo Antônio, o que levanta preocupações sobre a segurança na região.

Airon, natural de Atalaia e residente em Maceió, foi identificado por meio de exame de necropapiloscopia, que comparou impressões digitais do corpo com registros civis, evidenciando a importância dessa técnica para casos de identificação complexa.

O corpo permanece no IML de Maceió enquanto laudos cadavéricos e de local de crime estão sendo elaborados, com a expectativa de que esses documentos ajudem a esclarecer as circunstâncias da morte e avancem as investigações policiais.

Resumo gerado por IA

A Polícia Científica de Alagoas identificou, na manhã desta quarta-feira (14), o corpo decapitado encontrado em uma área de manguezal no Rio da Ribeira, povoado Santa Luzia, no município de Barra de Santo Antônio, litoral Norte do estado. A vítima é Airon Rodrigues da Silva, de 56 anos.

De acordo com os registros civis do Instituto de Identificação de Alagoas, Airon nasceu em 9 de junho de 1970 e era filho de Engracio Severino da Silva e Sebastiana Rodrigues da Silva. Natural do município de Atalaia, ele era solteiro, trabalhava como pedreiro e residia no bairro Santos Dumont, em Maceió.

A identificação foi realizada por meio de exame de necropapiloscopia, conduzido pelo papiloscopista Julianderson Carmo, em atendimento a uma solicitação do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió. Segundo o profissional, o exame teve como finalidade estabelecer a identidade do corpo mediante o confronto entre as impressões digitais coletadas post mortem (após a morte) e as constantes no prontuário civil cadastrado no Instituto de Identificação do Estado.

“O procedimento seguiu preceitos técnico-científicos rigorosos, com a aplicação de metodologia reconhecida internacionalmente. Após o minucioso confronto entre as impressões digitais coletadas e as existentes no prontuário civil — que também contém os dados biográficos —, foi possível confirmar tecnicamente a identidade do homem”, explicou Julianderson Carmo.

A perícia papiloscópica é fundamental para a identificação segura de pessoas falecidas, especialmente quando o reconhecimento visual não é viável. A análise permite estabelecer a correspondência exata entre os vestígios papilares e os registros oficiais, garantindo a confirmação da identidade civil.

O corpo permanece no IML de Maceió aguardando a chegada de familiares para os procedimentos de liberação. A identificação representa uma etapa importante para o esclarecimento do caso e poderá contribuir para o avanço das investigações sobre as circunstâncias da morte e as condições em que o corpo foi encontrado.

Paralelamente, os laudos cadavérico e de local de achado de cadáver estão em fase de elaboração. Assim que concluídos, os documentos serão encaminhados à Unidade de Local de Crime 2, da Polícia Civil de Alagoas, responsável pela condução do inquérito policial.

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