A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada em Ipanema, enquanto estava com sua mãe, que também ficou ferida. O acidente ocorreu quando um motorista de van avançou na calçada, resultando em uma tragédia que gerou comoção na sociedade.
Mariana, que havia retornado da Europa e começaria a trabalhar em uma multinacional, estava estudando Administração de Empresas na Itália e tinha uma trajetória internacional. O motorista alegou que o volante do veículo travou, mas não havia marcas de freio no local do acidente, levantando questões sobre a dinâmica do atropelamento.
O caso foi registrado como lesão corporal culposa e está sendo investigado pela 14ª DP (Leblon), com a perícia já acionada. O motorista prestou depoimento e responde em liberdade, enquanto a polícia continua a apurar os detalhes do incidente.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte da jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada em Ipanema, na zona Sul do Rio, no último sábado (16).
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Mariana é filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto, atualmente assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires. Ana Patrícia estava com a filha no momento do acidente e ficou ferida.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o motorista de uma van de entrega de mercadoria online atropelou três pessoas ao avançar na calçada da rua Vinícius de Moraes. Segundo depoimento dele à polícia, o volante do veículo travou, ele não conseguiu mudar de faixa e por isso subiu na calçada, onde estavam as vítimas.
A jovem chegou a ser socorrida ao Hospital Municipal Miguel Couto, em estado grave de saúde, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (17). Já a mãe foi atendida na mesma unidade e recebeu alta médica.
Um homem, identificado como Sergio da Costa Luiz, também estava no local e ficou ferido após o atropelamento. Ainda não há informações se ele era conhecido de Mariana e da mãe.
De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, Sergio foi atendido no mesmo hospital, avaliado e recebeu indicação para internação, mas não quis ficar internado e deixou a unidade.
Mariana havia chegado no mesmo dia do acidente da Europa. A jovem tinha firmado um contrato com uma empresa multinacional onde trabalharia no setor de cosméticos.
Ela cursava Administração de Empresas na ESCP Business School, em Turim, na Itália, e morou em outros países além do Brasil, como Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano e França.
Dinâmica do acidente
Em depoimento, o homem que também foi atingido pela van disse que Mariana estava virada de costas para a rua quando o veículo a atingiu. Além disso, ele afirmou não ter escutado barulho de freada.
De acordo com a Polícia Militar, no local do acidente não havia marcas de freio no asfalto.
O caso foi registrado como lesão corporal culposa e é investigado pela 14ª DP (Leblon). A perícia foi acionada para o local do atropelamento.
Em nota, a Polícia Civil informou que o motorista prestou depoimento na unidade policial e responde em liberdade. O homem não apresentou nenhum sinal de alteração e colaborou com o trabalho policial.
A CNN Brasil procurou o governo brasileiro. O espaço segue aberto.
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