Polícia investiga morte de filha de diplomatas atropelada em Ipanema

Publicado em 19/05/2026, às 18h24
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por CNN Brasil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada em Ipanema, enquanto estava com sua mãe, que também ficou ferida. O acidente ocorreu quando um motorista de van avançou na calçada, resultando em uma tragédia que gerou comoção na sociedade.

Mariana, que havia retornado da Europa e começaria a trabalhar em uma multinacional, estava estudando Administração de Empresas na Itália e tinha uma trajetória internacional. O motorista alegou que o volante do veículo travou, mas não havia marcas de freio no local do acidente, levantando questões sobre a dinâmica do atropelamento.

O caso foi registrado como lesão corporal culposa e está sendo investigado pela 14ª DP (Leblon), com a perícia já acionada. O motorista prestou depoimento e responde em liberdade, enquanto a polícia continua a apurar os detalhes do incidente.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte da jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada em Ipanema, na zona Sul do Rio, no último sábado (16).

Mariana é filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto, atualmente assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires. Ana Patrícia estava com a filha no momento do acidente e ficou ferida.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o motorista de uma van de entrega de mercadoria online atropelou três pessoas ao avançar na calçada da rua Vinícius de Moraes. Segundo depoimento dele à polícia, o volante do veículo travou, ele não conseguiu mudar de faixa e por isso subiu na calçada, onde estavam as vítimas.

A jovem chegou a ser socorrida ao Hospital Municipal Miguel Couto, em estado grave de saúde, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (17). Já a mãe foi atendida na mesma unidade e recebeu alta médica.

Um homem, identificado como Sergio da Costa Luiz, também estava no local e ficou ferido após o atropelamento. Ainda não há informações se ele era conhecido de Mariana e da mãe.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, Sergio foi atendido no mesmo hospital, avaliado e recebeu indicação para internação, mas não quis ficar internado e deixou a unidade.

Mariana havia chegado no mesmo dia do acidente da Europa. A jovem tinha firmado um contrato com uma empresa multinacional onde trabalharia no setor de cosméticos.

Ela cursava Administração de Empresas na ESCP Business School, em Turim, na Itália, e morou em outros países além do Brasil, como Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano e França.

Dinâmica do acidente


Em depoimento, o homem que também foi atingido pela van disse que Mariana estava virada de costas para a rua quando o veículo a atingiu. Além disso, ele afirmou não ter escutado barulho de freada.

De acordo com a Polícia Militar, no local do acidente não havia marcas de freio no asfalto.

O caso foi registrado como lesão corporal culposa e é investigado pela 14ª DP (Leblon). A perícia foi acionada para o local do atropelamento.

Em nota, a Polícia Civil informou que o motorista prestou depoimento na unidade policial e responde em liberdade. O homem não apresentou nenhum sinal de alteração e colaborou com o trabalho policial.

A CNN Brasil procurou o governo brasileiro. O espaço segue aberto.

Gostou? Compartilhe