O vereador Rui Palmeira (PSD) foi quem primeiro denunciou a Prefeitura de Maceió pelo aporte de risco, de R$ 117 milhões, ao IPREV, órgão de previdência dos servidores do município, no Banco Master, orientado pela consultoria Crédito e Mercado.
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Os fatos que se sucederam confirmaram o risco antecipado por Rui com a transação.
A instituição que mais fez essa transação suspeita com o Banco Master, alvo de liquidação pelo Banco Central, foi a Rioprevidência, no Rio de Janeiro, cujo presidente foi afastado e está preso por conta disso.
O segundo maior aporte financeiro feito por um órgão previdenciário foi o do Estado do Amapá e em terceiro o IPREV Maceió.
Não é sem razão, portanto, que a Prefeitura de Maceió vive a expectativa de receber, a qualquer momento, uma "visita" da Polícia Federal...
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